AREsp 2636749 - ACORDAO
Negado provimento ao agravo regimental porque a Súmula 231/STJ permanece aplicável (não houve sobrestamento dos feitos), impedindo que a confissão espontânea reduza a pena abaixo do mínimo legal; ademais, a jurisprudência do STJ admite a aplicação da fração mínima (1/6) do tráfico privilegiado quando o agente atua como "mula" com pleno conhecimento de estar a serviço de grupo criminoso.
- Parties
- Agravante: KACIANE DE SOUZA VERÍSSIMO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 13 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sexta Turma)
- Outcome
- negar provimento ao agravo regimental
- Legal Topics
- Tráfico Privilegiado, Confissão Espontânea, Súmula 231/stj, Função De "mula", Redução Da Pena, Art. 33, §4º Da Lei N. 11.343/2006
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
KACIANE DE SOUZA VERÍSSIMO
Agravante
Procedural Posture
Agravo Regimental No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (sexta Turma)
Legal Issues
- 1 Possibilidade de redução da pena por confissão espontânea para aquém do mínimo legal diante da Súmula 231/STJ
- 2 Critérios para fixação da fração redutora no tráfico privilegiado (patamar mínimo x máximo)
- 3 Valoração da condição de "mula" e do conhecimento de servir a organização criminosa na dosimetria
Ratio Decidendi
Negado provimento ao agravo regimental porque a Súmula 231/STJ permanece aplicável (não houve sobrestamento dos feitos), impedindo que a confissão espontânea reduza a pena abaixo do mínimo legal; ademais, a jurisprudência do STJ admite a aplicação da fração mínima (1/6) do tráfico privilegiado quando o agente atua como "mula" com pleno conhecimento de estar a serviço de grupo criminoso.
Court Disposition
negar provimento ao agravo regimental
Orders
- Negar provimento ao agravo regimental
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment