AREsp 2523805 - DECISAO
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal Regional Federal fundamentou idoneamente a modulação da fração redutora do art. 33, §4º da Lei 11.343/2006 em 1/4, com base no relatório de inteligência (conteúdo do celular) que indicou envolvimento em outras viagens e atuação para recrutar transportadoras; há discricionariedade judicial para aplicar fração inferior ao máximo e jurisprudência do STJ ampara tal escolha, não havendo violação legal a ser reparada pelo recurso especial.
- Parties
- Agravante/recorrente: MARIA ANGELICA SALDIAS; Tribunal a Quo/recorrido: TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA TERCEIRA REGIÃO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 May 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Conheço Do Agravo Para Negar Provimento Ao Recurso Especial
- Legal Topics
- Tráfico Privilegiado, Art. 33, §4º Da Lei 11.343/2006, Quantidade E Natureza Da Droga Como Parâmetro Para Dosimetria, Apreciação De Provas De Inteligência Policial (conteúdo De Celular), Súmula 7/stj, Súmula 568/stj
Case Brief
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Parties
MARIA ANGELICA SALDIAS
Agravante/recorrente
TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA TERCEIRA REGIÃO
Tribunal a Quo/recorrido
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Conheço Do Agravo Para Negar Provimento Ao Recurso Especial
Legal Issues
- 1 Aplicação da causa de diminuição do art. 33, §4º, da Lei 11.343/2006 e fixação da fração redutora
- 2 Possibilidade de modular a fração de redução entre 1/6 e 2/3 conforme valoração concreta
- 3 Valoração do relatório de inteligência policial (conteúdo do celular) como fundamento para redução em fração inferior ao máximo
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo e negou-se provimento ao recurso especial porque o Tribunal Regional Federal fundamentou idoneamente a modulação da fração redutora do art. 33, §4º da Lei 11.343/2006 em 1/4, com base no relatório de inteligência (conteúdo do celular) que indicou envolvimento em outras viagens e atuação para recrutar transportadoras; há discricionariedade judicial para aplicar fração inferior ao máximo e jurisprudência do STJ ampara tal escolha, não havendo violação legal a ser reparada pelo recurso especial.
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