HC 877828 - DECISAO

HC 877828 - DECISAO

A ordem foi denegada porque o acórdão de origem apresentou fundamentação idônea para a manutenção da custódia cautelar, baseada na necessidade de preservar a ordem pública e no risco concreto de reiteração delitiva (o paciente responde a três outras ações penais por tráfico), e porque a custódia foi compatibilizada com o regime semiaberto mediante determinação de transferência para estabelecimento prisional adequado, não havendo constrangimento ilegal a ser reparado.

Parties
Paciente: Allan Willian Pereira Furlanetti; Autoridade Coatora: Tribunal de Justiça de São Paulo; Juízo De Primeiro Grau: Juízo da 6ª Vara Criminal da comarca de Campinas/SP; Órgão Ministerial: Ministério Público Federal
Court
Superior Tribunal de Justiça
Jurisdiction
Brazil
Judgment Date
20 February 2024
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória Em Habeas Corpus
Legal Topics
Tráfico Privilegiado De Drogas, Prisão Preventiva, Direito De Recorrer Em Liberdade, Regime Semiaberto, Reiteração Delitiva, Garantia Da Ordem Pública

Case Brief

Summary, issues, holding and outcome

More case intelligence is available

Unlock the full research layer for this judgment.

Full judgment text Downloadable case file Legal principles 3 Party arguments 2
Sign in to unlock

Parties

Allan Willian Pereira Furlanetti

Paciente

Tribunal de Justiça de São Paulo

Autoridade Coatora

Juízo da 6ª Vara Criminal da comarca de Campinas/SP

Juízo De Primeiro Grau

Ministério Público Federal

Órgão Ministerial

Procedural Posture

Habeas Corpus / Decisão Denegatória Em Habeas Corpus

  1. 1 compatibilidade da prisão preventiva com o regime inicial semiaberto
  2. 2 fundamentação idônea para manutenção da custódia cautelar
  3. 3 negativa do direito de apelar/recorrer em liberdade diante de condenação por tráfico privilegiado

Ratio Decidendi

A ordem foi denegada porque o acórdão de origem apresentou fundamentação idônea para a manutenção da custódia cautelar, baseada na necessidade de preservar a ordem pública e no risco concreto de reiteração delitiva (o paciente responde a três outras ações penais por tráfico), e porque a custódia foi compatibilizada com o regime semiaberto mediante determinação de transferência para estabelecimento prisional adequado, não havendo constrangimento ilegal a ser reparado.