RHC 214692 - DECISAO
Houve demonstração, mesmo em juízo de admissibilidade, de indícios suficientes de autoria e materialidade para o recebimento da denúncia; o originário registrou que o réu foi intimado para quitação da transação e permaneceu inerte, e a revogação do benefício não afasta, de plano, a justa causa. Ademais, a ausência de intimação do advogado não constitui nulidade quando o habeas corpus é levado a julgamento em mesa, e o art. 565 do CPP impede a arguição de nulidade atribuível à parte. Assim, não se configurou constrangimento ilegal e o recurso foi desprovido.
- Parties
- Recorrente: LUIZ FELLIPE BRANCO PINHEIRO; Órgão De Origem (acórdão Impugnado): Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 25 July 2025
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Recurso Julgado No Superior Tribunal De Justiça, Decisão Denegatória
- Outcome
- negou provimento ao recurso ordinário
- Legal Topics
- Trancamento Da Ação Penal, Transação Penal, Justa Causa, Nulidade Por Falta De Intimação Do Advogado, Recebimento Da Denúncia, Art. 565 Do CPP, Julgamento Em Mesa
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
LUIZ FELLIPE BRANCO PINHEIRO
Recorrente
Tribunal de Justiça do Estado de Santa Catarina
Órgão De Origem (acórdão Impugnado)
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Recurso Julgado No Superior Tribunal De Justiça, Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 se há justa causa para o prosseguimento da ação penal após revogação da transação penal
- 2 se a revogação da transação penal decorreu de fato imputável ao Judiciário (dados bancários incorretos)
- 3 se a ausência de intimação do advogado para sessão de julgamento configura nulidade absoluta
Ratio Decidendi
Houve demonstração, mesmo em juízo de admissibilidade, de indícios suficientes de autoria e materialidade para o recebimento da denúncia; o originário registrou que o réu foi intimado para quitação da transação e permaneceu inerte, e a revogação do benefício não afasta, de plano, a justa causa. Ademais, a ausência de intimação do advogado não constitui nulidade quando o habeas corpus é levado a julgamento em mesa, e o art. 565 do CPP impede a arguição de nulidade atribuível à parte. Assim, não se configurou constrangimento ilegal e o recurso foi desprovido.
Court Disposition
negou provimento ao recurso ordinário
Orders
- Publique-se.
- Intimem-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment