RHC 232632 - DECISAO
O recurso foi negado provimento porque as teses defensivas de perempção e violação do princípio da indivisibilidade não foram apreciadas pelo Tribunal de Justiça, razão pela qual o STJ não pode examiná-las para evitar supressão de instância; quanto à alegada ilicitude das reproduções de telas, o Tribunal de origem corretamente concluiu que a autenticidade e integridade das provas digitais dependem de dilação probatória, não sendo demonstrada, de plano, a ausência dos requisitos mínimos para o prosseguimento da ação penal, de modo que o trancamento mostra-se prematuro.
- Parties
- Recorrente: SOFIA CHAVES SARTORI; Corré: Júlia Carmo da Trindade Marciano; Querelante: Stephany Cardoso Alexandre; Querelante: Maria Eduarda Azevedo de Souza da Silva; Querelante: Taísa Victoria da Silva Soares; Querelante: Karolyna Almeida Gama
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 24 March 2026
- Procedural Posture
- Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito Do Recurso Ordinário (negação De Provimento)
- Outcome
- nego provimento ao recurso ordinário
- Legal Topics
- Trancamento De Ação Penal, Perempção, Princípio Da Indivisibilidade Da Ação Penal Privada, Prova Digital (prints), Ilicitude De Prova, Dilação Probatória, Habeas Corpus
Case Brief
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Parties
SOFIA CHAVES SARTORI
Recorrente
Júlia Carmo da Trindade Marciano
Corré
Stephany Cardoso Alexandre
Querelante
Maria Eduarda Azevedo de Souza da Silva
Querelante
Taísa Victoria da Silva Soares
Querelante
Karolyna Almeida Gama
Querelante
Procedural Posture
Recurso Ordinário Em Habeas Corpus / Decisão De Mérito Do Recurso Ordinário (negação De Provimento)
Legal Issues
- 1 perempção
- 2 ofensa ao princípio da indivisibilidade (art. 48 do CPP)
- 3 ilegitimidade/ilicitude das reproduções de telas de celular (prints)
Ratio Decidendi
O recurso foi negado provimento porque as teses defensivas de perempção e violação do princípio da indivisibilidade não foram apreciadas pelo Tribunal de Justiça, razão pela qual o STJ não pode examiná-las para evitar supressão de instância; quanto à alegada ilicitude das reproduções de telas, o Tribunal de origem corretamente concluiu que a autenticidade e integridade das provas digitais dependem de dilação probatória, não sendo demonstrada, de plano, a ausência dos requisitos mínimos para o prosseguimento da ação penal, de modo que o trancamento mostra-se prematuro.
Court Disposition
nego provimento ao recurso ordinário
Orders
- Nego provimento a este recurso ordinário.
- Publique-se.
Full Case Text
Judgment text and source record
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