AREsp 2645357 - DECISAO
O relator não conheceu do agravo da parte particular por não impugnar especificamente o óbice da Súmula 284 do STF, nos termos do art. 253, parágrafo único, I, do RISTJ; conheceu-se do agravo da União apenas para não conhecer do recurso especial, por a controvérsia sobre o marco inicial do pagamento apoiar-se em fundamento eminentemente constitucional e, portanto, incidir o óbice da Súmula 284 do STF. O acórdão de origem, entretanto, reconheceu que servidores que optaram antes da EC nº 79/2014 têm direito adquirido aos marcos temporais previstos no art. 2º da Lei nº 12.800/2013 (01/03/2014 para magistério e 01/01/2014 para os demais).
- Parties
- Agravante: UNIÃO; Agravante: IZABEL CARDOSO
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 02 July 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade/decisão Monocrática
- Legal Topics
- Transposição Funcional, Pagamento De Diferenças Remuneratórias, Marco Temporal, Prescrição Quinquenal, Direito Adquirido, Emenda Constitucional Nº 60/2009, Emenda Constitucional Nº 79/2014, Lei Nº 12.800/2013, Regulamentação Administrativa
Case Brief
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Parties
UNIÃO
Agravante
IZABEL CARDOSO
Agravante
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Juízo De Admissibilidade/decisão Monocrática
Legal Issues
- 1 Qual o marco inicial para pagamento das diferenças remuneratórias decorrentes da transposição funcional
- 2 Aplicabilidade da vedação a pagamento retroativo prevista na EC nº 60/2009 e EC nº 79/2014
- 3 Efeito da opção do servidor sobre direito adquirido aos marcos temporais previstos na Lei nº 12.800/2013
Ratio Decidendi
O relator não conheceu do agravo da parte particular por não impugnar especificamente o óbice da Súmula 284 do STF, nos termos do art. 253, parágrafo único, I, do RISTJ; conheceu-se do agravo da União apenas para não conhecer do recurso especial, por a controvérsia sobre o marco inicial do pagamento apoiar-se em fundamento eminentemente constitucional e, portanto, incidir o óbice da Súmula 284 do STF. O acórdão de origem, entretanto, reconheceu que servidores que optaram antes da EC nº 79/2014 têm direito adquirido aos marcos temporais previstos no art. 2º da Lei nº 12.800/2013 (01/03/2014 para magistério e 01/01/2014 para os demais).
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