TutAntAnt 575 - ACORDAO
Negou-se provimento ao agravo interno porque o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao agravo em recurso especial não poderia ser analisado no STJ enquanto o recurso não estivesse submetido ao juízo de admissibilidade do tribunal de origem e porque não ficaram demonstrados, de forma concomitante, o fumus boni iuris e o periculum in mora exigidos pelo art. 995 do CPC/2015; não houve demonstração de ilegalidade manifesta ou teratologia na decisão que determinou a quebra do sigilo fiscal e a apresentação de contratos de mútuo, e o simples início do cumprimento provisório da sentença não justifica, por si só, a tutela cautelar pleiteada
- Parties
- Agravante: Espólio de José Oswaldo Corrêa; Requerente (herdeira): Viviane Corrêa; Requerente (herdeira): Vanessa Corrêa
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 12 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Em Tutela Cautelar Antecedente Vinculado a Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Em Sessão Virtual (decisão: Recurso Desprovido)
- Legal Topics
- Tutela Cautelar Antecedente, Efeito Suspensivo, Cumprimento Provisório De Sentença, Quebra De Sigilo Fiscal, Competência, Periculum in Mora, Fumus Boni Iuris
Case Brief
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Parties
Espólio de José Oswaldo Corrêa
Agravante
Viviane Corrêa
Requerente (herdeira)
Vanessa Corrêa
Requerente (herdeira)
Procedural Posture
Agravo Interno Em Tutela Cautelar Antecedente Vinculado a Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado Em Sessão Virtual (decisão: Recurso Desprovido)
Legal Issues
- 1 Se estão presentes os requisitos para concessão de efeito suspensivo ao Agravo em Recurso Especial ainda não remetido ao STJ
- 2 Se há ilegalidade ou teratologia na decisão que determinou o cumprimento provisório da sentença e a quebra do sigilo fiscal, inclusive quanto à competência do juízo
Ratio Decidendi
Negou-se provimento ao agravo interno porque o pedido de atribuição de efeito suspensivo ao agravo em recurso especial não poderia ser analisado no STJ enquanto o recurso não estivesse submetido ao juízo de admissibilidade do tribunal de origem e porque não ficaram demonstrados, de forma concomitante, o fumus boni iuris e o periculum in mora exigidos pelo art. 995 do CPC/2015; não houve demonstração de ilegalidade manifesta ou teratologia na decisão que determinou a quebra do sigilo fiscal e a apresentação de contratos de mútuo, e o simples início do cumprimento provisório da sentença não justifica, por si só, a tutela cautelar pleiteada
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