AREsp 3009052 - DECISAO
Conheceu-se do agravo, conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento ao recurso especial, mantendo-se o entendimento da corte de origem de que é ilegítima a cobrança de contraprestação pela utilização de faixa de domínio de bem público de uso comum do povo à luz da jurisprudência do STF (RE 581.947/Tema 261) e da legislação aplicável; afastou-se a admissibilidade de pontos referentes a dispositivos do Código Civil por ausência de prequestionamento (Súmula 211/STJ) e concluiu-se que não cabe a fixação de honorários por equidade em razão do valor elevado da causa, nos termos do Tema 1.076 do STJ e do art. 85 do CPC.
- Parties
- Recorrente: COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS - CPTM; Recorrida: ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SAO PAULO S.A.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 18 December 2025
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade Do Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Julgamento Do Agravo
- Legal Topics
- Uso Da Faixa De Domínio, Concessão De Serviço Público, Cobrança De Contraprestação, Prequestionamento, Honorários Advocatícios, Súmula 83 STJ, Súmula 211 STJ, Tema 1.076 STJ, Tema 261 STF
Case Brief
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Parties
COMPANHIA PAULISTA DE TRENS METROPOLITANOS - CPTM
Recorrente
ELETROPAULO METROPOLITANA ELETRICIDADE DE SAO PAULO S.A.
Recorrida
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Admissibilidade Do Recurso Especial / Decisão De Conhecimento E Julgamento Do Agravo
Legal Issues
- 1 prequestionamento e admissibilidade do recurso especial (Súmula 211/STJ e art. 1.025 CPC)
- 2 possibilidade de cobrança de contraprestação pelo uso de faixa de domínio pertencente a bem público de uso comum do povo
- 3 aplicabilidade do art. 11 da Lei nº 8.987/1995 a sociedades de economia mista
Ratio Decidendi
Conheceu-se do agravo, conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se provimento ao recurso especial, mantendo-se o entendimento da corte de origem de que é ilegítima a cobrança de contraprestação pela utilização de faixa de domínio de bem público de uso comum do povo à luz da jurisprudência do STF (RE 581.947/Tema 261) e da legislação aplicável; afastou-se a admissibilidade de pontos referentes a dispositivos do Código Civil por ausência de prequestionamento (Súmula 211/STJ) e concluiu-se que não cabe a fixação de honorários por equidade em razão do valor elevado da causa, nos termos do Tema 1.076 do STJ e do art. 85 do CPC.
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