AREsp 2663184 - DECISAO
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem fundamentou a impossibilidade da usucapião na ausência de prova da posse ad usucapionem (posse decorrente de mera tolerância do proprietário) e em elementos fáticos que não podem ser reexaminados no recurso especial em razão da Súmula n. 7/STJ; não ficou demonstrada conduta dolosa que justificasse multa por litigância de má-fé.
- Parties
- Recorrente: Autora; Recorrido: Recorrido
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 23 May 2025
- Procedural Posture
- Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) Interposto Contra Decisão Que Inadmitiu O Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Contra Indeferimento Do Recurso Especial / Admissibilidade
- Outcome
- Nego provimento ao agravo.
- Legal Topics
- Usucapião, Posse, Animus Domini, Litigância De Má Fé, Recurso Especial, Admissibilidade, Honorários Advocatícios, Súmula N. 7/stj
Case Brief
Summary, issues, holding and outcome
More case intelligence is available
Unlock the full research layer for this judgment.
Parties
Autora
Recorrente
Recorrido
Recorrido
Procedural Posture
Agravo Nos Próprios Autos (cpc/2015, Art. 1.042) Interposto Contra Decisão Que Inadmitiu O Recurso Especial / Julgamento Do Agravo Contra Indeferimento Do Recurso Especial / Admissibilidade
Legal Issues
- 1 reconhecimento da usucapião extraordinária (art. 1.238 CC)
- 2 valoração das provas em sede de recurso especial e vedação ao reexame de fatos (Súmula 7/STJ)
- 3 condenação por litigância de má-fé (art. 80 CPC/2015)
Ratio Decidendi
O agravo foi negado porque o Tribunal de origem fundamentou a impossibilidade da usucapião na ausência de prova da posse ad usucapionem (posse decorrente de mera tolerância do proprietário) e em elementos fáticos que não podem ser reexaminados no recurso especial em razão da Súmula n. 7/STJ; não ficou demonstrada conduta dolosa que justificasse multa por litigância de má-fé.
Court Disposition
Nego provimento ao agravo.
Orders
- Nego provimento ao agravo.
- Majoro os honorários advocatícios em 20% do valor arbitrado, observando-se os limites dos §§ 2º e 3º do art. 85 do CPC/2015 e a eventual gratuidade de justiça deferida na origem, nos termos do art. 98, § 3º, do CPC/2015.
Full Case Text
Judgment text and source record
Sign in to read
Sign in to read the full judgment text
Sign in to read the full judgment text. Downloads and additional research tools may depend on your plan.
Sign in to read the full judgment