AREsp 2089655 - ACORDAO
Conheceu-se parcialmente do agravo interno e negou-se provimento porque o tribunal verificou que o tribunal de origem examinou e decidiu as questões suscitadas (afastando nulidade do art. 1.022, II, do CPC), que o reconhecimento da usucapião ordinária dependia de análise fático-probatória e, portanto, era inviável sua revisão em recurso especial em razão da Súmula n. 7 do STJ; que a escritura pública não registrada mantém eficácia como justo título (Súmula 83) e, havendo justo título e lapso temporal demonstrados, presume-se a boa-fé do possuidor, cabendo aos agravantes o ônus de provar a má-fé; além disso, houve ausência de prequestionamento e inexistência de similitude fática para...
- Parties
- Agravante: GIAN CARLO LEÃO PREZA; Agravante: FABIANA HERNANDES MERIGHI PREZA; Agravado: ESPÓLIO DE IVANIL MARIA DE BARROS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 28 August 2024
- Procedural Posture
- Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado Quarta Turma)
- Outcome
- Agravo interno conhecido em parte e desprovido
- Legal Topics
- Usucapião Ordinária, Art. 551 Do Código Civil De 1916, Art. 1.022, II, Do CPC, Art. 1.026, § 2º, Art. 694, Súmula N. 7 Do STJ, Súmula N. 83 Do STJ, Súmula N. 282 Do STF, Presunção De Boa Fé, Justo Título, Suspensão Do Processo Por Falecimento, Dissídio Jurisprudencial
Case Brief
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Parties
GIAN CARLO LEÃO PREZA
Agravante
FABIANA HERNANDES MERIGHI PREZA
Agravante
ESPÓLIO DE IVANIL MARIA DE BARROS
Agravado
Procedural Posture
Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Acórdão (julgamento Colegiado Quarta Turma)
Legal Issues
- 1 Competência do STJ para examinar alegações constitucionais em recurso especial
- 2 Existência de omissão ou violação do art. 1.022, II, do CPC
- 3 Necessidade de revisão de fatos e provas e incidência da Súmula n. 7 do STJ
Ratio Decidendi
Conheceu-se parcialmente do agravo interno e negou-se provimento porque o tribunal verificou que o tribunal de origem examinou e decidiu as questões suscitadas (afastando nulidade do art. 1.022, II, do CPC), que o reconhecimento da usucapião ordinária dependia de análise fático-probatória e, portanto, era inviável sua revisão em recurso especial em razão da Súmula n. 7 do STJ; que a escritura pública não registrada mantém eficácia como justo título (Súmula 83) e, havendo justo título e lapso temporal demonstrados, presume-se a boa-fé do possuidor, cabendo aos agravantes o ônus de provar a má-fé; além disso, houve ausência de prequestionamento e inexistência de similitude fática para...
Court Disposition
Agravo interno conhecido em parte e desprovido
Orders
- Conhecer parcialmente do agravo interno e negar-lhe provimento
Full Case Text
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