AREsp 2541305 - ACORDAO
O agravo interno foi improvido porque a alegação de violação do art. 489 do CPC não foi adequadamente prequestionada nos termos do art. 1.022 do CPC, impedindo o conhecimento da matéria; além disso, as pretensões de reexame sobre cerceamento de defesa e sobre a legalidade das AGEs dependem de revolvimento do contexto fático-probatório e de interpretação de elementos documentais (estatuto e atas), o que é vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; por fim, a insurgência quanto à fixação dos honorários sucumbenciais também não pode ser conhecida por envolver exame fático-probatório e por a decisão recorrida apoiar-se em vários fundamentos suficientes, atraindo analogicamente a Súmula 283/STF.
- Parties
- Agravante: ANA TERESA LARA CAMPOS
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 04 September 2025
- Procedural Posture
- Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (terceira Turma) Decisão Final (negado Provimento)
- Outcome
- Agravo interno improvido; recurso especial não conhecido
- Legal Topics
- Vício De Fundamentação (art. 489 Cpc), Prequestionamento (art. 1.022 Cpc), Cerceamento De Defesa, Julgamento Antecipado Da Lide (art. 355, I, Cpc), Assembleias Gerais Extraordinárias (ages), Honorários Advocatícios Sucumbenciais, Súmula 7/stj, Súmula 5/stj, Súmula 283/stf, Tema 1.076/stj
Case Brief
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Parties
ANA TERESA LARA CAMPOS
Agravante
Procedural Posture
Agravo Interno Nos Embargos De Declaração No Agravo Em Recurso Especial / Julgamento Colegiado (terceira Turma) Decisão Final (negado Provimento)
Legal Issues
- 1 Alegação de violação do art. 489 do CPC por suposto vício de fundamentação
- 2 Prequestionamento/indicação de ofensa ao art. 1.022 do CPC
- 3 Alegado cerceamento de defesa pelo julgamento antecipado (art. 355, I, CPC)
Ratio Decidendi
O agravo interno foi improvido porque a alegação de violação do art. 489 do CPC não foi adequadamente prequestionada nos termos do art. 1.022 do CPC, impedindo o conhecimento da matéria; além disso, as pretensões de reexame sobre cerceamento de defesa e sobre a legalidade das AGEs dependem de revolvimento do contexto fático-probatório e de interpretação de elementos documentais (estatuto e atas), o que é vedado pelas Súmulas 5 e 7 do STJ; por fim, a insurgência quanto à fixação dos honorários sucumbenciais também não pode ser conhecida por envolver exame fático-probatório e por a decisão recorrida apoiar-se em vários fundamentos suficientes, atraindo analogicamente a Súmula 283/STF.
Court Disposition
Agravo interno improvido; recurso especial não conhecido
Orders
- Negado provimento ao agravo interno
- Recurso especial não conhecido
Full Case Text
Judgment text and source record
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