HC 882388 - DECISAO
Denegou-se a ordem porque as instâncias ordinárias concluiram pela suficiência de provas de autoria e materialidade, o habeas corpus não admite reexame de provas nem dilação probatória para absolvição, e a fixação do regime semiaberto foi justificada pela reincidência e pelos maus antecedentes conforme art. 33 do...
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- Parties
- Paciente: DIOGO PEREIRA TEODORO TOGNIN; Autoridade Coatora: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO; Interveniente: MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 22 March 2024
- Procedural Posture
- Habeas Corpus / Decisão Denegatória
- Legal Topics
- Violência Doméstica, Ameaça, Vias De Fato, Regime Prisional, Habeas Corpus, Dosimetria Da Pena, Reincidência, Maus Antecedentes, Medidas Alternativas
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Parties
DIOGO PEREIRA TEODORO TOGNIN
Paciente
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO
Autoridade Coatora
MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Interveniente
Procedural Posture
Habeas Corpus / Decisão Denegatória
Legal Issues
- 1 pedido de absolvição via habeas corpus
- 2 alteração do regime prisional
- 3 aplicação de pena de multa alternativa
Ratio Decidendi
Denegou-se a ordem porque as instâncias ordinárias concluiram pela suficiência de provas de autoria e materialidade, o habeas corpus não admite reexame de provas nem dilação probatória para absolvição, e a fixação do regime semiaberto foi justificada pela reincidência e pelos maus antecedentes conforme art. 33 do Código Penal; ainda, pedidos não apreciados pela Corte de origem (pena alternativa e medidas diversas) estão obstados à análise pelo STJ para evitar supressão de instância.
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