AREsp 2578785 - ACORDAO
Diante da jurisprudência consolidada do STJ de que namoro é relação íntima de afeto que independe de coabitação e da presunção de vulnerabilidade da mulher nessas relações, bem como pela impossibilidade de reexaminar fatos e provas em recurso especial, concluiu-se ser correta a aplicação da Lei nº 11.340/2006 ao caso e, por isso, negar provimento ao recurso especial.
- Parties
- Apelante: G. R. C.; Vítima: B. A. C. O.
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Jurisdiction
- Brazil
- Judgment Date
- 17 December 2024
- Procedural Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (acórdão)
- Outcome
- Conhecer do agravo e negar provimento ao recurso especial
- Legal Topics
- Violência Doméstica, Lei Maria Da Penha (lei Nº 11.340/2006), Namoro Sem Coabitação, Vulnerabilidade Da Mulher, Reexame De Fatos E Provas
Case Brief
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Parties
G. R. C.
Apelante
B. A. C. O.
Vítima
Procedural Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento (acórdão)
Legal Issues
- 1 se relação de namoro sem coabitação configura violência doméstica para aplicação da Lei nº 11.340/2006
- 2 presunção de vulnerabilidade da mulher em relações íntimas de afeto
- 3 inadmissibilidade de reexame de fatos e provas em recurso especial
Ratio Decidendi
Diante da jurisprudência consolidada do STJ de que namoro é relação íntima de afeto que independe de coabitação e da presunção de vulnerabilidade da mulher nessas relações, bem como pela impossibilidade de reexaminar fatos e provas em recurso especial, concluiu-se ser correta a aplicação da Lei nº 11.340/2006 ao caso e, por isso, negar provimento ao recurso especial.
Court Disposition
Conhecer do agravo e negar provimento ao recurso especial
Orders
- Conhecer do agravo
- Negar provimento ao recurso especial
Full Case Text
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