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Superior Tribunal de Justiça

Diferimentodecustas Superior Tribunal De Justi a Unknown 6a3dd4ac7ccdbf40b178cac8

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01

Holding and result

O recurso especial não foi conhecido porque a parte recorrente não superou o óbice da Súmula n. 83/STJ nem demonstrou divergência jurisprudencial por meio de precedentes contemporâneos ou supervenientes e cotejo analítico exigido; ademais, a Corte de origem alinhou-se à jurisprudência desta Corte que entende que as fundações públicas integram o conceito de Fazenda Pública para fins do art. 91 do CPC, justificando o deferimento do diferimento de custas à fundação no processo de origem.

Court disposition

recurso especial não conhecido

Orders

  • Não conheço do recurso especial.
  • Caso exista nos autos prévia fixação de honorários advocatícios pelas instâncias de origem, determino sua majoração em desfavor da parte recorrente, no importe de 2% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão da gratuidade da justiça.

02

Material facts

Parties

MYRNA ALESSANDRA VIEIRA DA SILVA

Recorrente

FUNDAÇÃO REGIONAL EDUCACIONAL DE AVARÉ - FREA

Recorrida

Amounts and remedies

  • Honorários Advocatícios Majoração Percentual: 2

03

Procedural history

  1. Posture

    Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento

04

Questions and positions

Legal issues

Party arguments

Applicant
Sustenta que o acórdão violou o disposto no art. 91 do CPC, defendendo interpretação restritiva do dispositivo e alegando que não se pode estender o benefício do diferimento às fundações públicas por não serem expressamente mencionadas; invoca o art. 111, II, do CTN e a distinção feita em outros dispositivos como o art. 183 do CPC.
Respondent
A FREA argumenta que o conceito de Fazenda Pública abrange as fundações públicas, que se submetem ao regime de precatórios e a execução especial, e invoca jurisprudência do STJ (notadamente o REsp 1.805.588/TO) para sustentar o direito ao recolhimento das custas ao final nos termos do art. 91 do CPC.

05

Court’s reasoning

  1. 01

    art. 91 do Código de Processo Civil/2015

    O art. 91 do CPC/2015 autoriza que a Fazenda Pública recolha as despesas processuais ao final pelo vencido.

  2. 02

    jurisprudência do STJ (ex.: REsp 1.805.588/TO e decisões citadas no acórdão)

    O conceito de Fazenda Pública, para fins processuais, abrange autarquias e fundações públicas.

  3. 03

    Súmula n. 83 do STJ

    Não se conhece do recurso especial pela divergência quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida.

  4. 04

    art. 85, § 11, do Código de Processo Civil

    O art. 85, § 11, do CPC permite a majoração dos honorários advocatícios em razão de recurso não provido.

06

Ratio, limits and disposition

Ratio decidendi

O recurso especial não foi conhecido porque a parte recorrente não superou o óbice da Súmula n. 83/STJ nem demonstrou divergência jurisprudencial por meio de precedentes contemporâneos ou supervenientes e cotejo analítico exigido; ademais, a Corte de origem alinhou-se à jurisprudência desta Corte que entende que as fundações públicas integram o conceito de Fazenda Pública para fins do art. 91 do CPC, justificando o deferimento do diferimento de custas à fundação no processo de origem.

Obiter and limits

  • Menção ao regime de precatórios e ao art. 100 da Constituição Federal como elemento justificante da equiparação das fundações à Fazenda Pública
  • Referência ao art. 183 do CPC sobre prazo em dobro para autarquias e fundações
  • Observação sobre a exigência de cotejo analítico e transcrição de trechos dos acórdãos para demonstração de divergência jurisprudencial (arts. 1.029, §1º do CPC e 255, §1º do RISTJ)

Court disposition

recurso especial não conhecido

  • Não conheço do recurso especial.
  • Caso exista nos autos prévia fixação de honorários advocatícios pelas instâncias de origem, determino sua majoração em desfavor da parte recorrente, no importe de 2% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão da gratuidade da justiça.

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DECISÃO Trata-se de Recurso Especial interposto por MYRNA ALESSANDRA VIEIRA DA SILVA, com fundamento no art. 105, inciso III, alíneas "a" e "c", da Constituição Federal, contra o acórdão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, assim ementado (e-STJ, fls.

59) Agravo de instrumento. Recurso interposto contra a r. decisão que indeferiu o diferimento de custas requerido com base no art. 91 do CPC/15. Ação de cobrança, em fase de cumprimento de sentença, em que a agravante pleiteia o diferimento de custas, com fundamento no art. 91, caput, do CPC/15. Respeitado o entendimento em contrário, nada obsta a fruição, pela agravante (fundação de ensino municipal), da prerrogativa em questão. Precedentes jurisprudenciais. Decisão reformada. Agravo de instrumento provido. Segundo a parte recorrente, o recurso preenche os requisitos necessários ao conhecimento e provimento. Em suas razões, a recorrente sustenta, em síntese, que o acórdão recorrido violou o disposto no art. 91 do Código de Processo Civil. Argumenta que o referido dispositivo legal, por se tratar de norma que excepciona a regra geral de adiantamento das despesas processuais, deve ser interpretado de forma restritiva, não sendo possível estender o benefício do diferimento às fundações públicas, uma vez que não foram expressamente mencionadas no texto legal. Invoca, para fundamentar sua pretensão, o art. 111, II, do Código Tributário Nacional, e a distinção feita pelo próprio legislador processual em outros artigos, como o art. 183 do CPC, que menciona expressamente as fundações ao conceder prazo em dobro. Intimada nos termos do art. 1.030 do Código de Processo Civil, a parte

recorrida afirmou a inexistência de requisitos ou elementos aptos a promover a alteração do julgado impugnado. Em suas contrarrazões, a FUNDAÇÃO REGIONAL EDUCACIONAL DE AVARÉ - FREA defende que o conceito de Fazenda Pública, para fins processuais, abrange as fundações públicas, especialmente por se submeterem ao regime de precatórios e à execução especial. Alega que a jurisprudência deste Superior Tribunal de Justiça, notadamente no julgamento do REsp 1.805.588/TO, consolidou o entendimento de que as fundações públicas fazem jus à prerrogativa de recolher as custas ao final, conforme o art. 91 do CPC. É o relatório. DECIDO. O recurso especial é tempestivo e cabível, pois interposto em face de decisão que negou provimento ao recurso de apelação interposto na origem (art. 105, III, "a" e "c", da Constituição Federal). No presente processo, a parte afirma, em suma, que estão presentes os requisitos para o conhecimento e provimento de seu recurso. Ocorre, contudo, que a questão já foi enfrentada pela decisão recorrida, que analisou detidamente todas as questões jurídicas postas. De inicio, a análise dos autos indica que a Corte de origem adotou entendimento alinhado ao perfilhado pela jurisprudência desta Corte, o que atrai a incidência do comando da Súmula n. 83 deste Superior Tribunal de Justiça ("não se conhece do recurso especial pela divergência, quando a orientação do

Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida"). A controvérsia central do presente recurso reside em definir se as fundações públicas, como a recorrida, estão abrangidas pelo conceito de "Fazenda Pública" para fins de aplicação do art. 91 do Código de Processo Civil, que autoriza o pagamento das despesas processuais ao final pelo vencido. A recorrente defende uma interpretação restritiva do dispositivo, argumentando que a ausência de menção expressa às fundações impediria a concessão do benefício. Todavia, o Tribunal de Justiça de São Paulo, ao dar provimento ao agravo de instrumento da fundação, alinhou-se à jurisprudência pacífica e atual deste Superior Tribunal de Justiça. Este Tribunal Superior já consolidou a compreensão de que o conceito de Fazenda Pública, para fins processuais, é amplo e abrange não apenas os entes da Administração Direta (União, Estados, Distrito Federal e Municípios), mas também as entidades da Administração Indireta, como as autarquias e as fundações públicas, que gozam das mesmas prerrogativas processuais. Tal entendimento se justifica pela natureza jurídica dessas entidades e pelo regime de direito público a que se submetem, o que inclui a sujeição ao regime de precatórios para o pagamento de seus débitos judiciais (art. 100 da Constituição Federal) e a observância de ritos executivos próprios. Seria incongruente, portanto, submeter as

fundações públicas a esse regime especial e, ao mesmo tempo, negar-lhes prerrogativas processuais intimamente ligadas a essa condição, como o diferimento do pagamento de custas. Com efeito, em demandas com a mesma causa de pedir, este colegiado vem se manifestando da seguinte forma: PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. DIREITO À SAÚDE. MEDICAMENTO. CONDENAÇÃO DA FAZENDA PÚBLICA AO PAGAMENTO DAS CUSTAS PROCESSUAIS . CABIMENTO.

1. A União, os Estados, os Municípios, os Territórios Federais, o Distrito Federal e as respectivas autarquias e fundações são isentos de pagamento de custas devendo ressarcir, ao final, o valor das despesas feitas pela parte contrária. As despesas dos atos processuais praticados a requerimento da Fazenda Pública, do Ministério Público ou da Defensoria Pública serão pagas ao final pelo vencido (art . 91 do CPC/2015). (..) (STJ - REsp: 1805588 TO 2019/0085160-9, Relator.: Ministro HERMAN BENJAMIN, Data de Julgamento: 11/02/2020, T2 - SEGUNDA TURMA, Data de Publicação: DJe 18/05/2020) (..) O Novo Código de Processo Civil trouxe como novidade a intimação pessoal no âmbito da advocacia pública. Mutatis mutandis, destaco: AGRAVO INTERNO. PRELIMINAR DE INTEMPESTIVIDADE NÃO CONFIGURADA.SUSPENSÃO DE JULGADO DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO. DECISÃO DE QUE SE BUSCA SUSPENDER OS EFEITOS, QUE APENAS DETERMINA A OBEDIÊNCIA AOS EXATOS TERMOS DA LIMINAR DEFERIDA EM PRIMEIRO GRAU. AUSÊNCIA DE COMPROVAÇÃO DE GRAVE LESÃO À ORDEM E À ECONOMIA PÚBLICAS.ARGUMENTAÇÃO DO AGRAVANTE VINCULADA EXCLUSIVAMENTE AO MÉRITO DA DECISÃO IMPUGNADA. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO.

1. Preliminarmente, afasta-se a alegação de intempestividade do recurso, tendo em vista que a questão do prazo em dobro para recorrer, inclusive no âmbito da suspensão de liminar e sentença ou segurança, encontra respaldo na jurisprudência da própria Corte Especial, bem como nos demais órgãos julgadores do Superior Tribunal de Justiça. Ademais, a controvérsia foi dirimida com a redação do novo Código de Processo Civil, em seu art. 183, quando diz que "A União, os Estados, o Distrito Federal, os Municípios e suas respectivas autarquias e fundações de direito público gozarão de prazo em dobro para todas as suas manifestações processuais, cuja contagem terá início a partir da intimação pessoal". A exceção à regra do caput também foi prevista no § 2.º do referido artigo, que exige para a não aplicação do benefício de contagem em dobro a menção expressa feita pela lei de regência, o que não se verifica no caso da suspensão de segurança. ..

5. Agravo interno desprovido. (AgInt na SS n. 2.902/RS, relatora Ministra Laurita Vaz, Corte Especial, julgado em 1º/2/2018, DJe de 20/2/2018) (..) (AREsp n. 2.761.260, Ministro Afrânio Vilela, DJEN de 04/06/2025.) Na esteira da jurisprudência dominante desta Corte, a superação do óbice da Súmula n. 83/STJ exige que o recorrente colacione precedentes deste Superior Tribunal de Justiça, contemporâneos ou supervenientes a seu favor, ou demonstre alguma distinção entre os julgados mencionados na decisão agravada e o caso em exame, o que não fez. Nesse sentido: AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PROCESSUAL CIVIL. ADMISSIBILIDADE. AUSÊNCIA DE IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DA DECISÃO AGRAVADA. ART. 544, § 4º, I, DO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL.

1. Incumbe ao agravante infirmar especificamente todos os fundamentos da decisão agravada, demonstrando o seu desacerto, de modo a justificar o cabimento do recurso especial interposto, sob pena de não ser conhecido o agravo (art. 544, § 4º, I, do CPC).

2. Não basta, para afastar o óbice da Súmula nº 83/STJ, a alegação genérica de que o acórdão recorrido não está em consonância com a jurisprudência desta Corte, devendo a parte recorrente demonstrar que outra é a positivação do direito na jurisprudência desta Corte, com a indicação de precedentes contemporâneos ou supervenientes aos referidos na decisão agravada.

3. Agravo regimental não provido. (AgRg no AREsp n. 238.064/RJ, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, julgado em 7/8/2014, DJe de 18/8/2014. Grifo Acrescido) A análise das razões recursais indica que, embora afirme o adequado superamento dos óbices apontados, a parte agravante não traz precedente contemporâneo que contemple a tese defendida sem a necessidade de reanálise fático-probatória. Quanto ao apontamento da existência de dissenso jurisprudencial, sabe-se que "divergência jurisprudencial com fundamento na alínea "c" do permissivo constitucional requisita comprovação e demonstração, esta, em qualquer caso, com a transcrição dos trechos dos acórdãos que configurem o dissídio, mencionando-se as circunstâncias que identifiquem ou assemelhem os casos confrontados, não se oferecendo como bastante a simples transcrição de ementas, sem realizar o necessário cotejo analítico a evidenciar a similitude fática entre os casos apontados e a divergência de interpretações (arts. 1.029, § 1º, do CPC/2015 e 255, § 1º, do RISTJ)" (REsp n. 1.888.242/PR, relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, julgado em 29/3/2022, DJe de 31/3/2022) Com efeito, a interposição do recurso especial por tal alínea exige do recorrente - além da comprovação da alegada divergência jurisprudencial, por meio da juntada dos precedentes favoráveis à tese defendida, com a devida

certidão ou cópia dos paradigmas, autenticada ou de repositório oficial -, a comparação analítica dos acórdãos confrontados, nos termos dos artigos 1029, §§1º e 2º, do Código de Processo Civil, e 255, §1º, do Regimento Interno do STJ, o que não foi feito. Ademais, é certo que: "A jurisprudência desta Corte firmou o entendimento de que não é possível o conhecimento do apelo nobre interposto pela divergência, na hipótese em que o dissídio é apoiado em fatos, e não na interpretação da lei. Isso porque a Súmula n. 7 do STJ também se aplica aos recursos especiais interpostos pela alínea c do permissivo constitucional." (AgInt no AREsp n. 2.662.008/BA, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, julgado em 24/2/2025, DJEN de 28/2/2025.) No caso concreto, a Presidência do Tribunal de origem já havia inadmitido o recurso quanto à alínea "c", consignando que a parte recorrente não realizou a demonstração analítica necessária para comprovar o dissídio. De fato, a análise da peça recursal revela que a recorrente não efetuou o cotejo analít ico entre o acórdão recorrido e eventuais paradigmas, limitando-se a defender sua tese jurídica com base na interpretação da lei federal. A ausência desse requisito formal impede o conhecimento do recurso por este fundamento. Assim, não se mostra viável o conhecimento do recurso pela divergência. Ante o exposto, não conheço do recurso especial. Caso

exista nos autos prévia fixação de honorários advocatícios pelas instâncias de origem, determino sua majoração em desfavor da parte recorrente, no importe de 2% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão da gratuidade da justiça.

EMENTA

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Authorities

Authorities used by the court

Cases, legislation, regulations, and constitutional provisions identified in the available record.

REsp 1.805.588/TO (STJ - REsp: 1805588 TO 2019/0085160-9, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, Data de Julgamento: 11/02/2020, T2 - SEGUNDA TURMA, Data de Publicação: DJe 18/05/2020)

Case cited

AgInt na SS n. 2.902/RS (relatora Ministra Laurita Vaz, Corte Especial, julgado em 1º/2/2018, DJe de 20/2/2018)

Case cited

AgRg no AREsp n. 238.064/RJ (relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, julgado em 7/8/2014, DJe de 18/8/2014)

Case cited

REsp n. 1.888.242/PR (relator Ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, Terceira Turma, julgado em 29/3/2022, DJe de 31/3/2022)

Case cited

AgInt no AREsp n. 2.662.008/BA (relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, julgado em 24/2/2025, DJEN de 28/2/2025)

Case cited

AREsp n. 2.761.260 (Ministro Afrânio Vilela, DJEN de 04/06/2025)

Case cited

art. 105, inciso III, alíneas "a" e "c", da Constituição Federal

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 91 do Código de Processo Civil

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 111, II, do Código Tributário Nacional

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 183 do CPC

Legislation

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art. 1.030 do Código de Processo Civil

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Súmula n. 83 do STJ

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 85, § 11, do Código de Processo Civil

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 100 da Constituição Federal

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

arts. 1029, §§1º e 2º, do Código de Processo Civil

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 544, § 4º, I, do Código de Processo Civil

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

arts. 1.029, § 1º, do CPC e 255, § 1º, do RISTJ

Legislation

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