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Superior Tribunal de Justiça

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01

Holding and result

O STJ deu provimento ao recurso especial dos autores para fixar o termo inicial dos juros de mora da ação de cobrança na data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo, fundamento este assentado em art. 240 do CPC/15 e na jurisprudência consolidada do Tribunal; simultaneamente, não conheceu do agravo em recurso especial interposto pela Fazenda do Estado de São Paulo e pela SPPREV por não terem impugnado especificamente todos os fundamentos da decisão agravada, nos termos do art. 932, III, do CPC/2015 e do art. 253 do Regimento Interno do STJ.

Court disposition

Provimento do recurso especial de Adalberto Correia Braga e outros para fixar o termo inicial dos juros de mora na data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo; não conhecimento do agravo em recurso especial da Fazenda do Estado de São Paulo e da SPPREV.

Orders

  • Dou provimento ao recurso especial de Adalberto Correia Braga e outros para fixar o termo inicial dos juros de mora na data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo.
  • Não conheço do agravo em recurso especial da Fazenda do Estado de São Paulo e da SPPREV.
  • Publique-se. Intimem-se.

02

Material facts

Parties

ADALBERTO CORREIA BRAGA E OUTROS

Recorrente

FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Agravante

SÃO PAULO PREVIDÊNCIA - SPPREV

Agravante

Amounts and remedies

  • Valor Da Causa: BRL 50,000

03

Procedural history

  1. Posture

    Recurso Especial E Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (decisão)

04

Questions and positions

Legal issues

Party arguments

Applicant
Sustêm que o termo inicial dos juros de mora deve ser a data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo, invocando o art. 240 do CPC/15 (antigo art. 219 do CPC/73) e arguem divergência jurisprudencial quanto ao tema.
Respondent
A Fazenda e a SPPREV sustentam violação do art. 2º-A da Lei nº 9.494/97 e do art. 1º do Decreto nº 20.910/32, alegam que os autores não comprovaram filiação à associação à época da impetração do mandado de segurança coletivo, o que acarretaria ilegitimidade ativa e inépcia da inicial por ausência de requisito (art. 2º-A, parágrafo único, Lei 9.494/97), e defendem que o mandado de segurança coletivo não poderia interromper a prescrição dos representados; também alegaram óbices de admissibilidade (Súmula 7/STJ e art. 541 CPC/15).

05

Court’s reasoning

  1. 01

    art. 240 do CPC/15; precedentes do STJ (ex.: REsp 1.151.873/MS)

    O termo inicial dos juros de mora, em ação de cobrança lastreada em decisão mandamental, é a data da notificação da autoridade coatora no writ, por constituir interrupção do prazo prescricional e constituição em mora do devedor.

  2. 02

    art. 932, III, do CPC/2015; art. 253, I, do RISTJ; precedentes (EAResp 746.775/PR)

    Não conhecimento de recurso que não impugnou especificamente os fundamentos da decisão recorrida, nos termos do art. 932, III, do CPC/2015 e art. 253, I, do Regimento Interno do STJ.

  3. 03

    Súmula 7/STJ

    Vedação ao reexame de matéria fático-probatória no recurso especial quando incide a Súmula 7/STJ.

06

Ratio, limits and disposition

Ratio decidendi

O STJ deu provimento ao recurso especial dos autores para fixar o termo inicial dos juros de mora da ação de cobrança na data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo, fundamento este assentado em art. 240 do CPC/15 e na jurisprudência consolidada do Tribunal; simultaneamente, não conheceu do agravo em recurso especial interposto pela Fazenda do Estado de São Paulo e pela SPPREV por não terem impugnado especificamente todos os fundamentos da decisão agravada, nos termos do art. 932, III, do CPC/2015 e do art. 253 do Regimento Interno do STJ.

Obiter and limits

  • Incidência do Enunciado Administrativo nº 3/STJ quanto aos requisitos de admissibilidade recursal para processos regidos pelo CPC/2015.
  • Citação de precedentes do STJ sobre o tema, que reforçam a fixação do termo inicial dos juros na notificação da autoridade coatora.
  • Aplicação da Súmula 7/STJ para vedar reexame de matéria fático-probatória no especial.

Court disposition

Provimento do recurso especial de Adalberto Correia Braga e outros para fixar o termo inicial dos juros de mora na data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo; não conhecimento do agravo em recurso especial da Fazenda do Estado de São Paulo e da SPPREV.

  • Dou provimento ao recurso especial de Adalberto Correia Braga e outros para fixar o termo inicial dos juros de mora na data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo.
  • Não conheço do agravo em recurso especial da Fazenda do Estado de São Paulo e da SPPREV.
  • Publique-se. Intimem-se.

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DECISÃO Trata-se de recurso especial interposto por ADALBERTO CORREIA BRAGA E OUTROS com fundamento no art. 105, III, a e c, da Constituição Federal, e de agravo interposto pela FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO e pela SÃO PAULO PREVIDÊNCIA - SPPREV - contra a decisão que inadmitiu o recurso especial fundado no art. 105, III, a, da Constituição Federal. Na origem, a parte autora ajuizou ação de cobrança com valor da causa atribuído em R$ 50.000,00 (cinquenta mil reais), em 06/03/2015, tendo como objetivo o recebimento dos valores reconhecidos pretéritos (quinquênio anterior) à impetração do Mandado de Segurança Coletivo nº 0600592-55.2008.8.26.0053 (053.08.600592-0). Após sentença que julgou procedente em parte o pedido inicial, o TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO deu parcial provimento à apelação da parte autora e desproveu a remessa necessária e a apelação dos entes públicos, restando consignado que os juros de mora incidirão a partir da citação da ação de cobrança, momento em que se deu a constituição em mora do devedor. O referido acórdão foi assim ementado, in verbis: AÇÃO ORDINÁRIA DE COBRANÇA - Pretensão ao recebimento de valores, relativos ao ALE, no período imprescrito, vantagem esta incorporada por força de ação mandamental - Conquanto diverso, hoje, o entendimento da E. Câmara acerca da matéria, e mais, embora não se possa falar na existência de coisa julgada

em condições de vincular a decisão, no presente caso, é certo que não se afigura razoável pudesse prevalecer, quanto a período anterior àquele em que o órgão colegiado, em outros tempos, reconheceu o direito à incorporação do ALE, orientação atual - Recurso dos autores parcialmente provido - Reexame necessário e apelação da autarquia improvidos, com observação no tocante à Taxa Selic. Os embargos de declaração opostos foram rejeitados. A Fazenda do Estado de São Paulo e a SPPREV interpuseram recurso especial, apontando violação do art. 2º-A da Lei nº 9.494/97 e do art. 1º do Decreto nº 20.910/32. Afirma que a parte autora não comprovou a condição de filiada a Associação à época da impetração da demanda coletiva paradigma, o que tem por consequência a sua ilegitimidade ativa, além da inépcia da inicial ausência de pressuposto processual por inobservância de requisito para esta demanda nos termos do art. 2º- A, parágrafo único, da Lei nº 9.494/97. Sustenta que a propositura de mandado de segurança coletivo não poderia interromper a prescrição do direito dos indivíduos representados em posterior ação de cobrança. Apresentadas contrarrazões às fls. 423-439. Após decisum que inadmitiu o recurso especial, com base na incidência da Súmula nº 7/STJ, na consonância com a jurisprudência desta Corte Superior quanto à legitimidade ativa da associação e no não atendimento do requisito

previsto no art. 541, parágrafo único, do CPC/15, foi interposto o presente agravo. Adalberto Correia Braga e outros interpuseram recurso especial, apontando violação do art. 240 do CPC/15 e do art. 405 do CC/02, bem como divergência jurisprudencial. Sustentam que o termo inicial dos juros de mora considerado seja a data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo. Apresentadas contrarrazões às fls. 413-422. O recurso foi admitido. É o relatório. Decido. Inicialmente é necessário consignar que o presente recurso atrai a incidência do Enunciado Administrativo nº 3/STJ: aos recursos interpostos com fundamento no CPC/2015 (relativos a decisões publicadas a partir de 18 de março de 2016) serão exigidos os requisitos de admissibilidade recursal na forma do novo CPC. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL DA FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO E DA SPPREV Da análise dos autos, verifica-se que a decisão agravada inadmitiu o recurso especial com base na incidência da Súmula nº 7/STJ, na consonância com a jurisprudência desta Corte Superior quanto à legitimidade ativa da associação e no não atendimento do requisito previsto no art. 541, parágrafo único, do CPC/15. A parte agravante, entretanto, deixou de impugnar especificamente os óbices referentes à consonância com a jurisprudência desta Corte Superior quanto à legitimidade ativa da associação e ao não atendimento do requisito previsto no art. 541, parágrafo único, do CPC/15. Desse modo, forçosa é a incidência do art. 253, I, do Regimento Interno do STJ e do art. 932, III, do CPC/2015, que assim dispõe, in verbis: Art.

932. Incumbe ao relator: .. III - não conhecer de recurso inadmissível, prejudicado ou que não tenha impugnado especificamente os fundamentos da decisão recorrida; A propósito, confira-se o precedente da E. Corte Especial do STJ no EAResp 746.775 / PR, julgado em 19 de setembro de 2018: PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DIVERGÊNCIA. IMPUGNAÇÃO ESPECÍFICA DE TODOS OS FUNDAMENTOS DA DECISÃO RECORRIDA. ART. 544, § 4º, I, DO CPC/1973. ENTENDIMENTO RENOVADO PELO NOVO CPC, ART. 932.

1. No tocante à admissibilidade recursal, é possível ao recorrente a eleição dos fundamentos objeto de sua insurgência, nos termos do art. 514, II, c/c o art. 505 do CPC/1973. Tal premissa, contudo, deve ser afastada quando houver expressa e específica disposição legal em sentido contrário, tal como ocorria quanto ao agravo contra decisão denegatória de admissibilidade do recurso especial, tendo em vista o mandamento insculpido no art. 544, § 4º, I, do CPC, no sentido de que pode o relator "não conhecer do agravo manifestamente inadmissível ou que não tenha atacado especificamente os fundamentos da decisão agravada" - o que foi reiterado pelo novel CPC, em seu art. 932.

2. A decisão que não admite o recurso especial tem como escopo exclusivo a apreciação dos pressupostos de admissibilidade recursal. Seu dispositivo é único, ainda quando a fundamentação permita concluir pela presença de uma ou de várias causas impeditivas do julgamento do mérito recursal, uma vez que registra, de forma unívoca, apenas a inadmissão do recurso. Não há, pois, capítulos autônomos nesta decisão.

3. A decomposição do provimento judicial em unidades autônomas tem como parâmetro inafastável a sua parte dispositiva, e não a fundamentação como um elemento autônomo em si mesmo, ressoando inequívoco, portanto, que a decisão agravada é incindível e, assim, deve ser impugnada em sua integralidade, nos exatos termos das disposições legais e regimentais.

4. Outrossim, conquanto não seja questão debatida nos autos, cumpre registrar que o posicionamento ora perfilhado encontra exceção na hipótese prevista no art. 1.042, caput, do CPC/2015, que veda o cabimento do agravo contra decisão do Tribunal a quo que inadmitir o recurso especial, com base na aplicação do entendimento consagrado no julgamento de recurso repetitivo, quando então será cabível apenas o agravo interno na Corte de origem, nos termos do art. 1.030, § 2º, do CPC.

5. Embargos de divergência não providos. Por fim, em casos análogos, pela incidência da Súmula n. 182/STJ, destacam-se as seguintes decisões monocráticas: REsp n. 1.869.485/SP, Relª Minª Assusete Magalhães, DJe de 3/04/2020, REsp n. 1.815.659/SP, Rel. Min. Gurgel de Faria, DJe de 02/04/2020, REsp n. 1.849.606/SP, Relª Minª Regina Helena Costa, DJe de 20/03/2020, Resp n. 1.811.370/SP, Rel. Min. Og Fernandes, DJe de 12/03/2020.

RECURSO ESPECIAL DE ADALBERTO CORREIA BRAGA E OUTROS O Superior Tribunal de Justiça firmou entendimento de que o termo inicial dos juros de mora da ação de cobrança, lastreada no direito reconhecido na via mandamental, deve ser fixado na data da notificação da autoridade coatora no writ, pois é o momento em que, nos termos do art. 240 do CPC/15 (antigo art. 219 do CPC/73), ocorre a interrupção do prazo prescricional e a constituição em mora do devedor. Confira-se: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. POLICIAL MILITAR. ADICIONAL DE LOCAL DE EXERCÍCIO (ALE). DIREITO RECONHECIDO NA VIA MANDAMENTAL. AÇÃO DE COBRANÇA DAS PARCELAS ANTERIORES À IMPETRAÇÃO. TERMO INICIAL DOS JUROS DE MORA. NOTIFICAÇÃO DA AUTORIDADE COATORA QUANDO DA IMPETRAÇÃO DO MANDAMUS. OCORRÊNCIA DE PRESCRIÇÃO. NECESSIDADE DE REVOLVIMENTO DO ACERVO FÁTICO E PROBATÓRIO. SÚM. 7/STJ. EXTENSÃO DO BENEFÍCIO CONCEDIDO EM AÇÃO MANDAMENTAL COLETIVA A NÃO ASSOCIADOS. IMPOSSIBILIDADE. RECURSO DE ANTÔNIO ZUIM E OUTROS 1. O Superior Tribunal de Justiça firmou entendimento de que "o termo inicial dos juros de mora da ação de cobrança, lastreada no direito reconhecido na via mandamental, deve ser fixado na data da notificação da autoridade coatora no writ, pois é o momento em que, nos termos do art. 219 do CPC/1973, ocorre a interrupção do prazo prescricional e a constituição em mora do devedor" (REsp. 1.151.873/MS, Rel. Min.

LAURITA VAZ, DJe 23.3.2012). (..) 7.5 .Recurso Especial não provido. (REsp 1800475/SP, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, julgado em 09/05/2019, DJe 29/05/2019) PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO. APLICAÇÃO DO ENUNCIADO N. 568/STJ. INEXISTÊNCIA DE PREJUÍZO PARA AS PARTES. ACÓRDÃO EM CONSONÂNCIA COM A JURISPRUDÊNCIA DESTA CORTE. PRETENSÃO DE REEXAME FÁTICO PROBATÓRIO. INCIDÊNCIA DO ENUNCIADO N. 7 DA SÚMULA DO STJ. ÓBICES AO CONHECIMENTO DO RECURSO ESPECIAL. I - Na origem, trata-se de ação de cobrança contra a São Paulo Previdência - SPPREV, em que se busca o pagamento de Adicional Local de Exército - ALE, que teria vencido dentro do quinquênio que antecedeu a impetração de mandado de segurança coletivo que reconheceu o direito à aludida parcela aos militares inativos e pensionistas. Na sentença se julgou procedente o pedido. No Tribunal houve reforma da sentença para julgar procedente a ação e condenar o ente fazendário, inclusive com incidência de juros e correção monetária, respeitada a prescrição. II - O Superior Tribunal de Justiça já firmou entendimento no sentido de que o termo inicial dos juros de mora, em ação de cobrança dos valores pretéritos ao mandado de segurança, é o momento em que a autoridade coatora é notificada no writ. Nesse sentido: AgInt no REsp n. 1.711.432/DF, Rel. Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, julgado em 7/8/2018, DJe 14/8/2018;

REsp n. 1.151.873/MS, Rel. Ministra Laurita Vaz, Quinta Turma, julgado em 13/3/2012, DJe 23/3/2012. III - No mais, tem-se que o redimensionamento de verba honorária exige o revolvimento de fatos e provas dos autos, providência esta vedada no especial, em virtude do óbice do enunciado n. 7 da Súmula do STJ, compreensão relativizada apenas quando o valor fixado se mostrar irrisório ou exorbitante, o que não se verifica na hipótese dos autos. No mesmo sentido manifestou-se o d. Ministério Público Federal, em parecer. IV - Agravo interno improvido. (AgInt no REsp 1752557/SP, Rel. Ministro FRANCISCO FALCÃO, SEGUNDA TURMA, julgado em 11/04/2019, DJe 03/05/2019) Ante o exposto, com fundamento no art. 255, § 4º, III, do RISTJ, dou provimento ao recurso especial de Adalberto Correia Braga e outros para fixar o termo inicial dos juros de mora da ação de cobrança, lastreada no direito reconhecido na via mandamental, na data da notificação da autoridade coatora no writ coletivo e, com fundamento no art. 253, parágrafo único, I, do Regimento Interno do STJ, não conheço do agravo em recurso especial da Fazenda do Estado de São Paulo e da SPPREV. Publique-se. Intimem-se.

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Authorities

Authorities used by the court

Cases, legislation, regulations, and constitutional provisions identified in the available record.

REsp 1.151.873/MS

Case cited

REsp 1800475/SP

Case cited

AgInt no REsp 1752557/SP

Case cited

AgInt no REsp 1.711.432/DF

Case cited

EAResp 746.775/PR

Case cited

REsp n. 1.869.485/SP

Case cited

REsp n. 1.815.659/SP

Case cited

REsp n. 1.849.606/SP

Case cited

REsp n. 1.811.370/SP

Case cited

art. 105, III, a e c, da Constituição Federal

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 2º-A da Lei nº 9.494/97

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 1º do Decreto nº 20.910/32

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 240 do CPC/15

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 219 do CPC/73

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 541, parágrafo único, do CPC/15

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 932, III, do CPC/2015

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 253, I, do Regimento Interno do STJ

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 255, § 4º, III, do RISTJ

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

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