Brazil Judgment

Superior Tribunal de Justiça

Devolu Odeprazo Superior Tribunal De Justi a Unknown 6a3db3a97ccdbf40b166a7b1

On this page

Professional case brief

Research organized from the available case record

Source document

01

Holding and result

Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial, negando-lhe provimento porque o acórdão recorrido continha fundamentação suficiente (não houve omissão ou negativa de prestação jurisdicional), a substituição de patrono constituiu fato interno e não foi comunicada tempestivamente ao juízo (advogado continuou peticionando após termo de rescisão), não houve enfrentamento do art.10 pelo tribunal de origem (falta de prequestionamento) e a recorrente não impugnou todos os fundamentos suficientes do acórdão recorrido, razão pela qual não se demonstrou hipótese de reforma via recurso especial; determinou-se ainda a majoração de honorários em 10% nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015.

Court disposition

CONHEÇO do agravo para CONHECER PARCIALMENTE do recurso especial e, nessa extensão, NEGAR-LHE PROVIMENTO.

Orders

  • Majoração dos honorários advocatícios em desfavor da parte recorrente no importe de 10% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites dos §§ 2º e 3º do referido dispositivo e eventual concessão de gratuidade da justiça.
  • Publique-se.
  • Intimem-se.

02

Material facts

Parties

LIGHT SERVICOS DE ELETRICIDADE S.A.

Agravante/recorrente

TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

Órgão Recorrido

Amounts and remedies

  • Majoração De Honorários: percent 10

03

Procedural history

  1. Posture

    Agravo Em Recurso Especial (agravo Interposto Ao Stj) / Acórdão (decisão De Conhecimento E Julgamento No Stj)

04

Questions and positions

Legal issues

Party arguments

Applicant
A recorrente alegou nulidade do julgado por ausência de fundamentação (arts. 489, §1º, e 1.022, I, do CPC/2015) e, no mérito, afirmou que houve violação dos arts. 5º e 10 do CPC/2015 (princípio da não surpresa), porque o Tribunal de origem determinou sua intimação pessoal para manifestação sobre a renúncia do patrono e, ainda assim, indeferiu a devolução dos prazos processuais.
Respondent
O Tribunal de origem entendeu que a substituição do patrono é fato interno da concessionária e inoponível ao agravado e ao Juízo; que o termo de rescisão data de 2016, mas o patrono continuou peticionando posteriormente sem comunicar o juízo; não se verificou nulidade; a alegada ofensa ao art. 10 não foi objeto de debate no tribunal local nem nos embargos de declaração (ausência de prequestionamento); e a parte não impugnou todos os fundamentos do acórdão recorrido, atraindo a aplicação análoga da Súmula 283/STF.

05

Court’s reasoning

  1. 01

    CPC/2015 arts. 489 e 1.022; jurisprudência do STJ citada no acórdão

    O magistrado não está obrigado a responder a todas as alegações das partes, bastando fundamentação suficiente para embasar a decisão

  2. 02

    Jurisprudência do STJ (citações no acórdão; ex.: EDcl no REsp 1.816.457/SP e precedentes)

    Não se pode confundir decisão contrária ao interesse da parte com ausência de fundamentação ou negativa de prestação jurisdicional

  3. 03

    Súmulas 282 e 356 do STF (citado no acórdão)

    Ausência de prequestionamento obsta o conhecimento do recurso especial

  4. 04

    Súmula 283 do STF (aplicada por analogia no acórdão)

    É inadmissível o recurso extraordinário quando a decisão recorrida assenta em mais de um fundamento suficiente e o recurso não abrange todos eles (analogia aplicada ao recurso especial)

  5. 05

    Súmula 83/STJ e precedentes citados no acórdão

    A nulidade processual só será decretada se demonstrado o efetivo prejuízo daquele que a alega (pas de nullité sans grief)

  6. 06

    Súmula 7/STJ (citada no acórdão)

    O recurso especial não se presta ao reexame do conjunto fático-probatório

06

Ratio, limits and disposition

Ratio decidendi

Conheceu-se do agravo e conheceu-se parcialmente do recurso especial, negando-lhe provimento porque o acórdão recorrido continha fundamentação suficiente (não houve omissão ou negativa de prestação jurisdicional), a substituição de patrono constituiu fato interno e não foi comunicada tempestivamente ao juízo (advogado continuou peticionando após termo de rescisão), não houve enfrentamento do art.10 pelo tribunal de origem (falta de prequestionamento) e a recorrente não impugnou todos os fundamentos suficientes do acórdão recorrido, razão pela qual não se demonstrou hipótese de reforma via recurso especial; determinou-se ainda a majoração de honorários em 10% nos termos do art. 85, §11, do CPC/2015.

Obiter and limits

  • O tribunal fez ampla referência à jurisprudência do STJ sobre a não obrigatoriedade de rebater ponto a ponto todas as alegações das partes
  • Citação de diversos precedentes do STJ para demonstrar que decisão desfavorável não equivale a ausência de fundamentação

Court disposition

CONHEÇO do agravo para CONHECER PARCIALMENTE do recurso especial e, nessa extensão, NEGAR-LHE PROVIMENTO.

  • Majoração dos honorários advocatícios em desfavor da parte recorrente no importe de 10% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites dos §§ 2º e 3º do referido dispositivo e eventual concessão de gratuidade da justiça.
  • Publique-se.
  • Intimem-se.

Source and reliance status

Superior Tribunal de Justiça

This page organises the available record for research. Confirm quotations, current status, and subsequent treatment against the official source before relying on the case.

Judgment reading view

Judgment text

The complete available source text.

Source document

Superior Tribunal de Justiça

Judgment

Judgment

DECISÃO Trata-se de agravo interposto pela LIGHT SERVICOS DE ELETRICIDADE S.A. contra decisão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, que não admitiu recurso especial fundado na alínea "a" do permissivo constitucional e que desafia acórdão assim ementado (e-STJ fl. 59): AGRAVO DE INSTRUMENTO. DEVOLUÇÃO DE PRAZO. IMPROVIMENTO DO RECURSO.

1. Agravo de Instrumento manejado em face de decisão que indeferiu devolução de prazo.

2. Substituição de patrono que constitui fator interno da concessionária, inoponível ao agravado e ao Juízo.

3. Ademais, embora o termo de rescisão date de 2016, o patrono permaneceu peticionando nos autos.

4. Recurso conhecido e improvido. Embargos de declaração rejeitados (e-STJ fls. 109/110). No recurso especial obstaculizado, a parte recorrente apontou, violação dos arts. 489, § 1º, e 1.022, I, do CPC/2015, aduzindo, preliminarmente, a nulidade do julgado por ausência de fundamentação e por negativa de prestação jurisdicional. No mérito, alega contrariedade aos arts. 5º e 10 do CPC/2015, argumentando que o Tribunal local violou o princípio da não surpresa. Sustenta a parte que essa violação se deu por ocasião do indeferimento do pedido de devolução dos prazos processuais, após o Tribunal local determinar a intimação pessoal da recorrente, para que esta se pronunciasse acerca da renúncia do patrono da causa. Sem contrarrazões. O apelo nobre recebeu juízo negativo de admissibilidade pelo Tribunal de origem, tendo sido os fundamentos da aludida decisão atacados no recurso ora em exame. Passo a decidir. Em relação à alegada ofensa dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, cumpre destacar que, ainda que o recorrente considere insubsistente ou incorreta a fundamentação utilizada pelo Tribunal nos julgamentos realizados, não há necessariamente ausência de manifestação. Não há como confundir o resultado desfavorável ao litigante com a falta de fundamentação, motivo pelo qual não se constata violação dos preceitos apontados. Consoante entendimento desta Corte, o magistrado não está obrigado a

responder a todas as alegações das partes, tampouco a rebater um a um todos os seus argumentos, desde que os fundamentos utilizados tenham sido suficientes para embasar a decisão, como ocorre na espécie. Nesse sentido: ADMINISTRATIVO E PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AÇÃO INDENIZATÓRIA. DESAPROPRIAÇÃO. JULGAMENTO ULTRA PETITA. CONTROVÉRSIA RESOLVIDA, PELO TRIBUNAL DE ORIGEM, À LUZ DAS PROVAS DOS AUTOS. IMPOSSIBILIDADE DE REVISÃO, NA VIA ESPECIAL. RAZÕES DO AGRAVO QUE NÃO IMPUGNAM, ESPECIFICAMENTE, A DECISÃO AGRAVADA. SÚMULA 182/STJ. ALEGADA VIOLAÇÃO AOS ARTS. 489 E 1.022 DO CPC/2015. INEXISTÊNCIA DE VÍCIOS, NO ACÓRDÃO RECORRIDO. INCONFORMISMO. AGRAVO INTERNO PARCIALMENTE CONHECIDO, E, NESSA EXTENSÃO, IMPROVIDO. I. Agravo interno aviado contra decisão que julgara recurso interposto contra decisum publicado na vigência do CPC/2015. .. IV. Não há falar, na hipótese, em violação aos arts. 489, § 1º, IV, e 1.022, II, do CPC/2015, porquanto a prestação jurisdicional foi dada na medida da pretensão deduzida, de vez que os votos condutores do acórdão recorrido e do acórdão proferido em sede de Embargos de Declaração apreciaram fundamentadamente, de modo coerente e completo, as questões necessárias à solução da controvérsia, dando-lhes, contudo, solução jurídica diversa da pretendida. V. Na forma da jurisprudência do STJ, não se pode confundir decisão

contrária ao interesse da parte com ausência de fundamentação ou negativa de prestação jurisdicional. Nesse sentido: STJ, EDcl no REsp 1.816.457/SP, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, DJe de 18/05/2020; AREsp 1.362.670/MG, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, DJe de 31/10/2018; REsp 801.101/MG, Rel. Ministra DENISE ARRUDA, PRIMEIRA TURMA, DJe de 23/04/2008. VI. Agravo interno parcialmente conhecido, e, nessa extensão, improvido. (AgInt no AREsp 2.084.089/RO, Relatora Ministra Assusete Magalhães, Segunda Turma, julgado em 12/9/2022, DJe de 15/9/2022.). No caso, o Tribunal de origem decidiu integralmente a controvérsia nos seguintes termos (e-STJ fl. 60): Pretende o agravante a devolução dos prazos processuais ao argumento de substituição do patrono. Primeiramente, tal é fator interno da concessionária, sendo inoponível ao agravado e ao Juízo. Por outro lado, o termo de rescisão data de 2016 (peça 320), ao passo que, mesmo após tal data, o patrono permaneceu peticionando, ao menos no apenso, sem informar tal fato, como se verifica nas peças 1074 e seguintes do feito 0000275-80.2001.8.19.0204, já no ano de 2019. O distrato do contrato de patrocínio deveria ter sido comunicado imediatamente ao Juízo e não apenas após a consumação dos autos processuais. De qualquer sorte, não se verifica a qualquer nulidade a justificar o acolhimento do pedido de retorno

da marcha processual, como pretende a parte. No mérito, sustenta a parte recorrente que foram violados os arts. 5º e 10 do CPC/2015. Alega que restou indeferido o pedido de devolução dos prazos processuais, pleito este alicerçado no fato de o Tribunal de origem ter determinado a sua intimação pessoal para que se manifestasse sobre a renúncia do patrono da causa. Ainda de acordo com a parte recorrente, o indeferimento do pedido de devolução dos prazos, em tais circunstâncias, implicaria em violação ao princípio processual da não surpresa. Acerca da violação do art. 10 do CPC/2015, ante o argumento de inobservância do princípio processual da não surpresa, o que se verifica é que a matéria não foi objeto de debate pelo Tribunal local e, igualmente, não constou dos embargos de declaração de e-STJ fls. 68/71, a fim de que viesse a ser suprida eventual omissão. Não houve, portanto, o enfrentamento da questão concernente ao dispositivo legal em comento pelo acórdão recorrido, o que, ante a ausência de prequestionamento, atrai o óbice das Súmulas 282 e 356 do STF. Nesse sentido: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. OFENSA À REGRA DA NÃO SURPRESA. AUSÊNCIA DE PREQUESTIONAMENTO. EXCEÇÃO DE INCOMPETÊNCIA. CONTRATO DE ADESÃO. INVALIDADE DA CLÁUSULA DE ELEIÇÃO DE FORO. COMPROVAÇÃO DA HIPOSSUFICIÊNCIA E DE OFENSA AO DIREITO DE DEFESA. ACÓRDÃO DO TRIBUNAL DE ORIGEM EM HARMONIA COM A JURISPRUDÊNCIA DESTA CORTE. APLICAÇÃO DA SÚMULA 83/STJ. MODIFICAÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 7/STJ. MANTIDA A DECISÃO DA PRESIDÊNCIA DESTA CORTE SUPERIOR. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO.

1. O disposto no art. 10 do CPC/2015 não foi objeto de debate pelo Tribunal de origem e não foram opostos embargos de declaração a respeito dessa questão. Dessa forma, ausente o enfrentamento da questão relacionada ao dispositivo apontado como violado pelo acórdão recorrido, há óbice ao conhecimento do recurso especial pela ausência de prequestionamento. Incidência das Súmulas 282 e 356/STF.

2. A orientação da Corte local converge com a jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, fixada no sentido de que "a cláusula de eleição de foro em contrato de adesão pode ser reputada inválida, quando demonstrada a hipossuficiência da parte ou a dificuldade de acesso à Justiça" (AgInt no AREsp n. 983.281/PR, Relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em 21/2/2017, DJe de 1º/3/2017).

3. Para alterar o entendimento do Tribunal estadual, quanto à caracterização da hipossuficiência da recorrida e o reconhecimento de prejuízo à sua defesa, é necessário o reexame do conjunto fático-probatório dos autos, procedimento vedado em recurso especial, nos termos da Súmula 7/STJ. Precedentes.

4. Agravo interno desprovido. (AgInt no AREsp 2.458.284/GO, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, julgado em 14/10/2024, DJe de 16/10/2024.). Quanto ao mais, a parte recorrente deixa de impugnar, nas razões recursais, o fundamento que consta do acórdão recorrido, segundo o qual, mesmo após a data do termo de rescisão, o advogado continuou peticionando nos autos sem informar esse fato ao juízo (e-STJ fl. 60): Por outro lado, o termo de rescisão data de 2016 (peça 320), ao passo que, mesmo após tal data, o patrono permaneceu peticionando, ao menos no apenso, sem informar tal fato, como se verifica nas peças 1074 e seguintes do feito 0000275-80.2001.8.19.0204, já no ano de 2019. O distrato do contrato de patrocínio deveria ter sido comunicado imediatamente ao Juízo e não apenas após a consumação dos autos processuais. Como se sabe, a falta de impugnação de todos os fundamentos em que se apoia o acórdão recorrido tem por consequência a incidência, por analogia, da Súmula 283 do STF: "é inadmissível o recurso extraordinário, quando a decisão recorrida assenta em mais de um fundamento suficiente, e o recurso não abrange todos eles." Nesse sentido: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. NEGATIVA DE PRESTAÇÃO JURISDICIONAL. NÃO OCORRÊNCIA. DISPOSITIVO DE LEI FEDERAL. INDICAÇÃO. AUSÊNCIA. ACÓRDÃO RECORRIDO. FUNDAMENTO NÃO IMPUGNADO. CONFORMIDADE COM A JURISPRUDÊNCIA DO STJ. REEXAME FÁTICO-PROBATÓRIO. IMPOSSIBILIDADE.

1. Não há violação dos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015 quando o órgão julgador, de forma clara e coerente, externa fundamentação adequada e suficiente à conclusão do acórdão embargado.

2. Não se conhece de recurso especial que deixa de apontar o dispositivo legal violado no acórdão recorrido, incidindo na hipótese, por analogia, a Súmula 284 do Supremo Tribunal Federal.

3. Havendo fundamentos suficientes para a manutenção do aresto recorrido, não impugnados nas razões do especial, incide na espécie, por analogia, a Súmula 283 do STF, a qual dispõe: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a decisão recorrida assenta em mais de um fundamento suficiente e o recurso não abrange todos eles." 4. O acórdão regional está em conformidade com a orientação jurisprudencial deste Superior Tribunal, segundo a qual "a nulidade processual só será decretada se demonstrado o efetivo prejuízo daquele que a alega. Trata-se de aplicação do princípio "pas de nullité sans grief"" (AgRg nos EDcl nos EREsp n. 1.449.212/RN, rel. Ministra LAURITA VAZ, CORTE ESPECIAL, DJe de 16/12/2015). Incidência da Súmula 83 do STJ.

5. O recurso especial não se presta para o reexame do contexto fático-probatório delineado no acórdão recorrido. Inteligência da Súmula 7 do STJ.

6. Agravo interno desprovido. (AgInt no AREsp 2.546.471/BA, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, julgado em 16/12/2024, DJEN de 3/2/2025.). Ante o exposto, com base no art. 253, parágrafo único, II, "a" e "b", do RISTJ, CONHEÇO do agravo para CONHECER PARCIALMENTE do recurso especial e, nessa extensão, NEGAR-LHE PROVIMENTO. Caso exista nos autos prévia fixação de honorários de advogado pelas instâncias de origem, determino a majoração dessa verba, em desfavor da parte recorrente, no importe de 10% (dez por cento) sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão da gratuidade da justiça. Publique-se. Intimem-se.

EMENTA

Source wording is retained. Consult the source document for its original formatting and pagination.

Authorities

Authorities used by the court

Cases, legislation, regulations, and constitutional provisions identified in the available record.

AgInt no AREsp 2.084.089/RO, Relatora Ministra Assusete Magalhães, Segunda Turma, julgado em 12/9/2022, DJe de 15/9/2022

Case cited

EDcl no REsp 1.816.457/SP, Rel. Ministro HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, DJe de 18/05/2020

Case cited

AREsp 1.362.670/MG, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, DJe de 31/10/2018

Case cited

REsp 801.101/MG, Rel. Ministra DENISE ARRUDA, PRIMEIRA TURMA, DJe de 23/04/2008

Case cited

AgInt no AREsp 2.458.284/GO, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, julgado em 14/10/2024, DJe de 16/10/2024

Case cited

AgInt no AREsp 2.546.471/BA, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, julgado em 16/12/2024, DJEN de 3/2/2025

Case cited

AgInt no AREsp n. 983.281/PR, Rel. Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, julgado em 21/2/2017, DJe de 1º/3/2017

Case cited

AgRg nos EDcl nos EREsp n. 1.449.212/RN, rel. Ministra LAURITA VAZ, CORTE ESPECIAL, DJe de 16/12/2015

Case cited

CPC/2015 arts. 489, § 1º; 1.022, I; art. 5º; art. 10; art. 85, § 11; arts. 85, §§ 2º e 3º

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Case-aware research

Ask AI about this case

The judgment and available research above are public. New questions open in a separate private conversation grounded in this case.

About this LexChat collection

This page organizes the available case record for research. Verify quotations, current status, and subsequent treatment against the source document. Corrections can be reported to hello@esheria.ai.

Legal information, not legal advice. Research summaries do not replace the judgment.