Direitoadquirido Superior Tribunal De Justi a Unknown 6a3e5a616a15da909d404f8f
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- Superior Tribunal de Justiça
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- Recurso Especial / Não Conhecido
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- Recurso Especial / Não Conhecido
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Professional case brief
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01
Holding and result
O recurso especial não foi conhecido porque a pretensão recursal demandaria o revolvimento do acervo fático-probatório e a interpretação de cláusulas regulamentares (reexame de fatos e provas), providências vedadas em sede de Recurso Especial conformemente às Súmulas 5 e 7 do STJ; além disso, o acórdão recorrido enfrentou adequadamente os argumentos suscitados, não havendo omissão ou negativa de prestação jurisdicional que autorizasse provimento.
Court disposition
Não conheço do recurso especial.
Orders
- Não conhecer do recurso especial.
- Majoração de honorários advocatícios em 2% sobre o valor já arbitrado em desfavor da parte recorrente, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil.
02
Material facts
Amounts and remedies
- Majoração De Honorários Advocatícios: % 2
03
Procedural history
Posture
Recurso Especial / Não Conhecido
04
Questions and positions
Legal issues
- 01
direito adquirido à complementação de aposentadoria prevista em estatuto originário
- 02
efeito de alterações estatutárias sobre benefícios futuros de previdência complementar
- 03
alegação de omissão/negativa de prestação jurisdicional (arts. 1.022 e 489 do CPC)
- 04
inadmissibilidade do reexame de provas e interpretação contratual em Recurso Especial (Súmulas 5 e 7/STJ)
- 05
necessidade de revolvimento do acervo fático-probatório para conhecer do recurso
Party arguments
- Applicant
- A parte recorrente sustenta que cumpriu os requisitos de elegibilidade (carência mínima de 12 meses) previstos no estatuto originário da Fundação Clemente de Faria e que, por isso, teria direito adquirido à complementação de aposentadoria, o que impediria que posterior alteração estatutária suprimisse o benefício; alega, ainda, omissões no acórdão recorrido e afronta aos arts. 1.022, II, e 489, II do CPC, art. 6º caput e §2º da LINDB, art. 17, parágrafo único, e art. 68, §1º da Lei Complementar nº 109/2001, e pede conhecimento e provimento do recurso.
- Respondent
- A parte recorrida afirmou a inexistência de requisitos ou elementos aptos a promover a alteração do julgado impugnado, sustentando que o acórdão de origem enfrentou adequadamente os argumentos e que o recurso requer o reexame de fatos e a interpretação de cláusulas regulamentares, providências vedadas em Recurso Especial.
05
Court’s reasoning
Legal principles
- 01
Tema Repetitivo nº 907 do STJ / ementa do acórdão recorrido
O direito à complementação de aposentadoria se consolida quando o participante preenche os requisitos previstos no regulamento vigente à época da concessão do benefício
- 02
Ementa do acórdão recorrido / jurisprudência do STJ citada
Alterações estatutárias válidas podem modificar ou extinguir benefícios futuros, não havendo direito adquirido enquanto não implementadas todas as condições do benefício
- 03
Ementa do acórdão recorrido / Tema Repetitivo nº 907 do STJ
A simples adesão a plano de previdência complementar gera apenas expectativa de direito, não direito adquirido
- 04
Súmulas 5 e 7 do STJ
Não cabe Recurso Especial para reexame de fatos e provas ou para revisar a interpretação de cláusulas contratuais
- 05
art. 489, §1º, IV e art. 1.022 do CPC; precedentes do STJ citados
Decisão judicial deve ser motivada e enfrentar os argumentos relevantes; a ausência de omissão, obscuridade ou contradição afasta a violação aos arts. 489 e 1.022 do CPC
06
Ratio, limits and disposition
Ratio decidendi
O recurso especial não foi conhecido porque a pretensão recursal demandaria o revolvimento do acervo fático-probatório e a interpretação de cláusulas regulamentares (reexame de fatos e provas), providências vedadas em sede de Recurso Especial conformemente às Súmulas 5 e 7 do STJ; além disso, o acórdão recorrido enfrentou adequadamente os argumentos suscitados, não havendo omissão ou negativa de prestação jurisdicional que autorizasse provimento.
Obiter and limits
- Não se pode confundir decisão desfavorável ao interesse da parte com negativa de prestação jurisdicional.
- A análise de questões relativas à interpretação de cláusulas contratuais e à revisão do conjunto fático-probatório é incompatível com o escopo do recurso especial, conforme precedentes do STJ.
Court disposition
Não conheço do recurso especial.
- Não conhecer do recurso especial.
- Majoração de honorários advocatícios em 2% sobre o valor já arbitrado em desfavor da parte recorrente, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil.
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Superior Tribunal de Justiça
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Superior Tribunal de Justiça
Judgment
DECISÃO Trata-se de recurso especial interposto com fundamento no art. 105, inciso III, alínea "a", da Constituição Federal, contra acórdão do Tribunal de Justiça de São Paulo, assim ementado (fls. 935): DIREITO CIVIL E PREVIDENCIÁRIO. APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDÊNCIA PRIVADA COMPLEMENTAR. Sentença de improcedência da ação. Apelo do autor. O direito à complementação de aposentadoria em entidade fechada de previdência privada somente se consolida quando o participante preenche os requisitos previstos no regulamento vigente à época da concessão do benefício. Tema Repetitivo nº 907 do C. STJ. Alterações estatutárias válidas podem modificar ou extinguir benefícios futuros de previdência complementar, não havendo direito adquirido enquanto não implementadas todas as condições do benefício. A simples adesão a plano de previdência complementar não gera, por si só, direito adquirido à manutenção das regras então vigentes, configurando apenas expectativa de direito. Sentença mantida. RECURSO NÃO PROVIDO. Sustenta a parte recorrente violação ao(s) art(s). 1.022, II, e 489, II do CPC, 6º, caput e §2º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), 17, parágrafo único, e 68, §1º Lei Complementar nº 109/2001. Defende que o recurso preenche os requisitos necessários ao conhecimento e provimento. Intimada nos termos do art. 1.030 do Código de Processo Civil, a parte recorrida afirmou
a inexistência de requisitos ou elementos aptos a promover a alteração do julgado impugnado. É o relatório. DECIDO. O recurso especial é tempestivo e cabível, pois interposto em face de acórdão que negou provimento ao recurso de apelação. No presente processo, a parte afirma, em suma, que estão presentes os requisitos para o conhecimento e provimento de seu recurso. Discute-se nos autos se a parte recorrente possui direito adquirido à complementação de aposentadoria prevista no Estatuto originário da Fundação Clemente de Faria, por ter cumprido os requisitos de elegibilidade (carência mínima de 12 meses), e se posterior alteração estatutária (1980) poderia suprimir tal benefício. Há, ainda, alegação de negativa de prestação jurisdicional por omissões no acórdão recorrido. Pois bem. No que tange a alegação de afronta aos artigos 1.022 do Código de Processo Civil, a ofensa ao art. 1.022, II, do Código de Processo Civil se caracteriza quando o órgão julgador, provocado por meio de embargos de declaração, deixa de suprir omissão sobre ponto relevante da controvérsia, cuja análise é indispensável à adequada prestação jurisdicional. De igual modo, o art. 489, §1º, IV, do CPC impõe um dever de fundamentação qualificada, estabelecendo que não se considera fundamentada a decisão judicial que não enfrenta todos os argumentos deduzidos pelas partes capazes, em tese, de infirmar a
conclusão adotada. Esses dispositivos visam assegurar que o pronunciamento judicial seja efetivamente resolutivo, transparente e coerente, permitindo o controle pelas instâncias superiores e garantindo a observância ao devido processo legal substancial. Certo é que "Afasta-se a ofensa aos arts. 489 e 1.022 do CPC/2015, pois não se constatam omissão, obscuridade ou contradição nos acórdãos recorridos capazes de torná-los nulos. O colegiado originário apreciou a demanda de forma clara e precisa, deixando bem delineados os fundamentos dos julgados. " (AgInt no AREsp n. 2.441.987/DF, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, julgado em 17/2/2025, DJEN de 20/2/2025.) Efetivamente, compulsados os autos, colhe-se que a Corte de origem analisou e rebateu, um a um, os argumentos levantados, sendo certo que a ausência de menção a um outro argumento invocado pela defesa não macula o comando decisório se, bem fundamentado, apresenta razões capazes de se sustentar por si. Assim, "Não procede a arguição de ofensa ao 1.022 do CPC, quando o Tribunal Estadual se pronuncia, de forma motivada e suficiente, sobre os pontos relevantes e necessários ao deslinde da controvérsia." (AgInt no REsp n. 1.899.000/SP, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, julgado em 21/8/2023, DJe de 23/8/2023.) Ressalte-se que não se pode confundir decisão desfavorável aos interesses da parte com
negativa de prestação jurisdicional, tampouco fundamentação concisa com ausência de fundamentação. Nesse sentido, destaca-se o seguinte precedente: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. PROCESSO CIVIL. CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. VIOLAÇÃO DO ART. 1.022 DO CPC. INEXISTÊNCIA. MULTA DIÁRIA. REVISÃO DA NECESSIDADE E DO VALOR FIXADO DEMANDA O REVOLVIMENTO DO ACERVO FÁTICO-PROBATÓRIO DOS AUTOS. SÚMULA N. 7/STJ. 1. "Não se pode confundir decisão contrária ao interesse da parte com ausência de fundamentação ou negativa de prestação jurisdicional" (AgInt no AREsp n. 1.907.401/SP, relatora Ministra Assusete Magalhães, Segunda Turma, julgado em 22/8/2022, DJe de 29/8/2022). (AgInt no AREsp n. 2.746.371/PE, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, julgado em 17/3/2025, DJEN de 20/3/2025.) Portanto, constatada a pronúncia expressa e suficiente acerca dos temas indicados como omissos, a questão do direito aplicado é matéria relativa ao mérito recursal, não se podendo cogitar, no presente feito, em prestação jurisdicional defeituosa. Ultrapassada a questão, em relação à alegada violação ao(s) art(s). 17, parágrafo único, e 68, §1º Lei Complementar nº 109/2001, a teor da jurisprudência desta Corte, a simples interpretação de cláusula contratual não enseja recurso especial por óbice da Súmula n. 5/STJ. A pretensão recursal de reformar o acórdão impugnado demanda, inevitavelmente,
o reexame do conjunto fático-probatório dos autos, bem como a interpretação de cláusulas regulamentares do plano de previdência complementar, providências vedadas em sede de Recurso Especial. Com efeito, a discussão de questões afetas à interpretação do conteúdo contratual mostra-se incompatível com o propósito e rito do recurso especial, destinado à verificação da interpretação e aplicação do direito federal. Não por outra razão, a jurisprudência desta Corte tem reiterado que é inviável rever, na via especial, conclusões das instâncias de cognição plena que resultam do estrito exame do acervo fático-probatório carreado aos autos e da interpretação de cláusulas contratuais. No mesmo sentido: PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. AÇÃO DE REVISÃO DE BENEFÍCIO DE PREVIDÊNCIA PRIVADA SUPLEMENTAR. VIOLAÇÃO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL, DE SÚMULA OU DE NORMA NÃO ENQUADRADA NO CONCEITO DE LEI FEDERAL. DESCABIMENTO. FUNDAMENTAÇÃO. AUSENTE. DEFICIENTE. SÚMULA 284/STF. FUNDAMENTO CONSTITUCIONAL. AUSÊNCIA DE INTERPOSIÇÃO DE RECURSO EXTRAORDINÁRIO. REEXAME DE FATOS E PROVAS E INTERPRETAÇÃO DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS. INADMISSIBILIDADE.
1. Ação de revisão de benefício de previdência privada suplementar.
2. A interposição de recurso especial não é cabível quando ocorre violação de dispositivo constitucional ou de qualquer ato normativo que não se enquadre no conceito de lei federal, conforme disposto no art. 105, III, "a" da CF/88.
3. A ausência de fundamentação ou a sua deficiência importa no não conhecimento do recurso quanto ao tema.
4. O recurso especial é inadmissível, quando o acórdão recorrido decide também com base em fundamento constitucional e a parte vencida não interpõe recurso extraordinário. Súmula 126/STJ.
5. O reexame de fatos e provas e interpretação de cláusulas contratuais em recurso especial são inadmissíveis.
6. Agravo interno no agravo em recurso especial não provido. (AgInt no AREsp n. 2.461.652/DF, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 29/4/2024, DJe de 2/5/2024.) PROCESSUAL CIVIL. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. EMBARGOS À EXECUÇÃO. CONTRATO DE COMPRA E VENDA. CONTRATO ALEATÓRIO. OSCILAÇÃO DOS CUSTOS QUE INTEGRA A RELAÇÃO JURÍDICA E PAGAMENTO APÓS A ENTREGA EFETIVA DO PRODUTO. NÃO CUMPRIMENTO. EXCEÇÃO. REVISÃO DO JULGADO. IMPOSSIBILIDADE. ANÁLISE DE CLÁUSULAS CONTRATUAIS. APLICAÇÃO DA SÚMULA N.º 5 DO STJ. REJULGAMENTO DA CAUSA. PRETENSÃO RECURSAL QUE ENVOLVE O REEXAME DE PROVAS. INCIDÊNCIA DA SÚMULA N.º 7 DO STJ. PLEITO DE ANÁLISE DE MATÉRIA CONSTITUCIONAL. DESCABIMENTO. PRECEDENTES. AGRAVO INTERNO NÃO PROVIDO.
1. No caso, afastar a afirmação contida no acórdão atacado, quanto ao que ficou estipulado expressamente no contrato acerca do pagamento posterior e de que as oscilações de preço e as alterações dos preços de insumo não seriam impeditivo ao cumprimento do avençado, demanda a reavaliação do acervo fático-probatório dos autos e a interpretação das cláusulas contratuais. A pretensão de rever esse entendimento encontra óbice nas Súmulas n.os 5 e 7 do STJ. .. (AgInt no AREsp n. 2.555.823/PR, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, julgado em 19/8/2024, DJe de 22/8/2024.) No presente feito, a análise da pretensão recursal demanda a revisão do conteúdo contratual, providência que, como visto, não se mostra compatível com o escopo legalmente conferido ao recurso especial, a evidenciar a inviabilidade de conhecimento da pretensão. Para além disso, em relação à alegada violação ao(s) art(s). 6º, caput e §2º da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro (LINDB), 17, parágrafo único, e 68, §1º Lei Complementar nº 109/2001, para conhecer da controvérsia apresentada neste recurso, mostra-se necessário o revolvimento do acervo fático-probatório dos autos, procedimento incompatível com o entendimento firmado pela Súmula n. 7/STJ, que estabelece que a pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial. Nesse contexto, a pretensão recursal, de ver reconhecido o
alegado direito adquirido, demanda, necessariamente, a revisão das premissas fáticas fixadas pelo acórdão recorrido, especialmente no que se refere: (i) ao efetivo preenchimento, pelo recorrente, de todos os requisitos exigidos no estatuto originário; (ii) ao conteúdo e alcance das regras estatutárias então vigentes; e (iii) à natureza jurídica das alterações promovidas pela entidade de previdência. De fato, presente a função uniformizadora do recurso especial, não se pode cogitar de seu emprego para a realização de rejulgamento do contexto fático-probatório, em atitude típica de revisão promovida por nova instância. Diante disso, é reiterada a jurisprudência no sentido de que o reexame de fatos e provas é vedado em recurso especial pela Súmula n. 7/STJ. No presente caso, o Tribunal de origem estabeleceu a seguinte premissa fática (fls. 941): Destaque-se que, para fim de cálculo da renda mensal inicial do benefício previdenciário complementar a que tinha direito o autor, ora apelante, não devem ser aplicadas as normas do Regulamento vigente à data em que se deu a adesão, época em que ele tinha mera expectativa de direito, mas sim o regramento em vigor à época em que o mesmo passou a atender aos requisitos necessários para o recebimento do referido benefício, pois somente esta última situação configura o chamado direito adquirido. Assim, o acolhimento da tese recursal demandaria
inevitável revisão do quadro fático-probatório estabelecido na instância de origem, providência que, como visto, é inviável nesta sede. Nesse sentido: PROCESSO CIVIL. AGRAVO INTERNO. RAZÕES QUE NÃO ENFRENTAM O FUNDAMENTO DA DECISÃO AGRAVADA. PREVIDÊNCIA PRIVADA. TERMO ADITIVO. NOVAÇÃO. INEXISTÊNCIA. REEXAME DE PROVAS. SÚMULAS 5 E 7/STJ. PREVI. ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO. PORTARIA 966/47 E CIRCULAR 351/66. DECADÊNCIA. TERMO INICIAL. PRECEDENTES DA SEGUNDA SEÇÃO.
1. As razões do agravo interno não enfrentam adequadamente o fundamento da decisão agravada.
2. Não cabe, em recurso especial, reexaminar matéria fático-probatória e a interpretação de cláusulas contratuais (Súmulas 5 e 7/STJ).
3. Nos casos em que o autor da ação pretende alterar a base da relação jurídica entre as partes, e não a revisão do benefício complementar com base no regulamento vigente quando do implemento das condições, cuida-se de direito potestativo, sujeito ao prazo de decadência de 4 anos (art. 178 do CC). (AgRg nos EAREsp 96.026/RS, Rel. Ministra MARIA ISABEL GALLOTTI, SEGUNDA SEÇÃO, julgado em 11/11/2015, DJe 18/11/2015) 4. Agravo interno a que se nega provimento. (AgInt no AgInt no AREsp n. 2.035.263/SP, relatora Ministra Maria Isabel Gallotti, Quarta Turma, julgado em 26/10/2022, DJe de 4/11/2022.) Assim, não se mostra viável o conhecimento do recurso. Ante o exposto, não conheço do recurso especial. Caso exista nos autos prévia fixação de honorários advocatícios pelas instâncias de origem, determino sua majoração em desfavor da parte recorrente, no importe de 2% sobre o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão da gratuidade da justiça. Publique-se. Intimem-se.
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