Dolo Superior Tribunal De Justi a Unknown 6a3dbc927ccdbf40b16bda76
- Status
- Judgment
- Jurisdiction
- Brazil
- Court
- Superior Tribunal de Justiça
- Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo; Conhecimento Parcial E Decisão Sobre O Recurso Especial)
More details
- Posture
- Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo; Conhecimento Parcial E Decisão Sobre O Recurso Especial)
On this page
Professional case brief
Research organized from the available case record
01
Holding and result
Conheceu-se do agravo e, após verificar que o Tribunal de origem enfrentou expressamente a questão do dolo e a circunstância da declaração de inconstitucionalidade da norma municipal, concluiu-se que não houve omissão; a inexistência de dolo foi fundamentada no fato de a contratação estar respaldada em lei municipal anterior e na ausência de prova de má-fé, e a modificação dessa conclusão exigiria reexame de prova, vedado pela Súmula 7/STJ; assim, conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se-lhe provimento.
Court disposition
Agravo conhecido; recurso especial conhecido parcialmente e, nessa parte, negado provimento.
Orders
- Conheço do agravo
- Conhecer parcialmente do recurso especial
- Negar-lhe provimento
- Sem honorários recursais nas instâncias ordinárias
- Publique-se
- Intimem-se
02
Material facts
Parties
MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS
AgravanteElói Martins Ferreira
Recorrido03
Procedural history
Posture
Agravo Em Recurso Especial / Julgamento No Superior Tribunal De Justiça (conhecimento Do Agravo; Conhecimento Parcial E Decisão Sobre O Recurso Especial)
04
Questions and positions
Legal issues
- 01
existência de omissão no acórdão recorrido (art. 1.022 CPC)
- 02
configuração do dolo para caracterização do ato de improbidade (art. 11 da Lei 8.429/1992)
- 03
efeito de declaração incidental de inconstitucionalidade sobre a configuração do dolo
- 04
vedação ao reexame de matéria fático-probatória (Súmula 7/STJ)
Party arguments
- Applicant
- O Ministério Público sustenta que houve ofensa ao art. 1.022 do CPC por omissão do tribunal local quanto à consequência do prévio conhecimento da inconstitucionalidade da norma na configuração do dolo; no mérito, alega ofensa ao art. 11, inciso V, da LIA, por afastar a configuração do dolo apesar do reconhecimento da inconstitucionalidade da lei municipal que autorizou a nomeação do recorrido.
- Respondent
- O Tribunal de origem examinou expressamente a questão do dolo e concluiu pela sua inexistência com base no acervo fático-probatório, porquanto a contratação estava lastreada em lei municipal editada anteriormente e em discussão judicial, não havendo demonstração de má-fé; alterar tal conclusão exigiria reexame de provas, vedado pela Súmula 7/STJ.
05
Court’s reasoning
Legal principles
- 01
art. 11, Lei 8.429/1992
É necessária a demonstração do dolo para a tipificação dos atos de improbidade administrativa
- 02
Súmula 7/STJ
Vedação ao reexame de matéria fático-probatória pelo STJ
- 03
art. 37, II, Constituição Federal
Regra do concurso público para provimento de cargos
- 04
art. 1.022 do Código de Processo Civil
Controle de omissão no acórdão por meio do art. 1.022 do CPC
- 05
Tema 1.199/STF; Lei 14.230/2021
Necessidade de dolo segundo jurisprudência do STF e aplicação da Lei 14.230/2021 conforme Tema 1.199/STF
06
Ratio, limits and disposition
Ratio decidendi
Conheceu-se do agravo e, após verificar que o Tribunal de origem enfrentou expressamente a questão do dolo e a circunstância da declaração de inconstitucionalidade da norma municipal, concluiu-se que não houve omissão; a inexistência de dolo foi fundamentada no fato de a contratação estar respaldada em lei municipal anterior e na ausência de prova de má-fé, e a modificação dessa conclusão exigiria reexame de prova, vedado pela Súmula 7/STJ; assim, conheceu-se parcialmente do recurso especial e negou-se-lhe provimento.
Obiter and limits
- Observação de que a situação seria diversa caso, após declaração incidental de inconstitucionalidade, os réus tivessem renovado as contratações sem observância do concurso público
- Referências a decisões posteriores e à aplicação das alterações trazidas pela Lei 14.230/2021 e ao Tema 1.199/STF como balizadoras do necessário elemento subjetivo
Court disposition
Agravo conhecido; recurso especial conhecido parcialmente e, nessa parte, negado provimento.
- Conheço do agravo
- Conhecer parcialmente do recurso especial
- Negar-lhe provimento
- Sem honorários recursais nas instâncias ordinárias
- Publique-se
- Intimem-se
Source and reliance status
Superior Tribunal de Justiça
This page organises the available record for research. Confirm quotations, current status, and subsequent treatment against the official source before relying on the case.
Judgment reading view
Judgment text
The complete available source text.
Superior Tribunal de Justiça
Judgment
DECISÃO Trata-se de agravo, interposto pelo MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE MINAS GERAIS, da decisão do TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE MINAS GERAIS, que inadmitiu o recurso especial dirigido contra o acórdão prolatado nos Embargos de Declaração na Apelação Cível n. 1047608.007232-7/003. Transcrevo a ementa (fls. 507-513): EMBARGOS DE DECLARAÇÃO ACÓRDÃO ANTERIOR ANULADO PELO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA - AÇÃO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA - CONTRATAÇÃO REITERADA DE SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL PARA O CARGO DE MOTORISTA - VIOLAÇÃO À REGRA DO CONCURSO PÚBLICO - VIGÊNCIA DE LEI MUNICIPAL AUTORIZADORA - ELEMENTO SUBJETIVO - DOLO GENÉRICO - AUSÊNCIA DE VERIFICAÇÃO - IMPROCEDÊNCIA - IMPOSSIBILIDADE DE ALTERAÇÃO DO JULGAMENTO - EMBARGOS ACOLHIDOS, SEM EFEITOS INFRINGENCIAIS. - Em atendimento ao pronunciamento do colendo Superior Tribunal de Justiça, deve ser examinada a tese pretendida pelo embargante. - A improbidade é o ato ilegal qualificado pelo elemento subjetivo presente na conduta do agente, sendo indispensável a correta identificação do dolo quando caracterizadas condutas tipificadas no artigo 11 da Lei 8.42911992. - Malgrado não se exija a comprovação de dolo específico do agente, faz- se necessária a demonstração do dolo genérico, enquanto propósito deliberado de frustrar a regra constitucional do concurso público. - Não configura a improbidade a hipótese em que, à época das
contratações, vigia lei municipal autorizadora da livre nomeação e exoneração de servidor público para o cargo de motorista, editada sob a égide de Administração anterior, ausente a demonstração de má-fé. - Embargos de declaração acolhidos, sem a concessão de efeitos infringentes. Os embargos de declaração foram rejeitados (fls. 521-231). Nas razões do recurso especial, interposto com base no art. 105, inciso III, alínea a, da Constituição Federal, a parte recorrente alega que o art. 1.022 foi ofendido, pois a Corte local não teria analisado a consequência do prévio conhecimento da iconstitucionalidade de norma na configuração do dolo. No mérito, aponta ofensa ao art. 11, inciso V, da LIA, porque afastou a configuração do dolo, apesar de reconhecer a ilegalidade da nomeação, em 4/6/2008, do recorrido Elói Martins Ferreira ao cargo em comissão de motorista, com base em lei municipal, cuja inconstitucionalidade foi reconhecida pelo Órgão Especial do TJMG em 17/4/2008 Ao final, requer o provimento do recurso especial (fl. 549): .. para se anular o acórdão dos embargos declaratórios. Caso, entretanto, essa Corte entenda pela aplicação do art. 1.025 do CPC ou vislumbre elementos suficientes à configuração da questão federal, que seja reformado o acordão para restabelecer as penalidades aplicadas na sentença. Contrarrazões às fls. 552-557. O Tribunal a quo não admitiu o recurso
especial (fls. 559-562), ensejando a interposição do presente agravo (fls. 656-677). O MPF emitiu o parecer assim ementado (fls. 601-607): AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. ADMINISTRATIVO. AÇÃO CIVIL PÚBLICA POR ATO DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. CONTRATAÇÃO DE SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL AO CARGO DE MOTORISTA EM DESCONFORMIDADE COM O ART. 37, II, DA CF. INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO NO ACÓRDÃO RECORRIDO. CONFIGURAÇÃO DO ATO DE IMPROBIDADE. REEXAME DE MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. SÚMULA 7/STJ. RECURSO NÃO PROVIDO. I - Não há que se falar em nulidade do acórdão recorrido, pois, do exame daquela decisão, percebe-se que seus fundamentos são claros e exatos, inexistindo qualquer omissão, não estando o julgador obrigado a se manifestar na forma desejada pelas partes, respondendo, uma a uma, as suas alegações. II - Para se concluir pela inexistência de provas suficientes capazes de demonstrar o ato de improbidade administrativa, bem como a presença de dolo ou de prejuízo ao erário, seria necessário o reexame do conteúdo fático-probatório dos autos, procedimento vedado pela Súmula 7 deste Superior Tribunal de Justiça. III - Parecer pelo não provimento do agravo em recurso especial. É o relatório. Decido. Satisfeitos os requisitos de admissibilidade do agravo, tendo em vista, notadamente, que a parte agravante impugnou, de forma suficiente, os óbices elencados na decisão de inadmissibilidade
proferida pelo Tribunal de origem, passo ao exame do recurso especial. O Tribunal de origem enfrentou expressamente o tema referente à configuração ou não do dolo, considerando, ademais, a existência de declaração de inconstitucionalidade de lei, no julgamento da apelação, embora contrariamente aos interesses da parte ora agravante (fls. 503-507). Portanto, inexiste omissão, razão pela qual não há falar em ofensa ao art. 1.022 do Código de Processo Civil. Nesse sentido: AgInt no AREsp n. 1.878.277/DF, relator Ministro Paulo Sérgio Domingues, Primeira Turma, julgado em 4/12/2023, DJe de 7/12/2023; AgInt no AREsp n. 2.156.525/SP, relator Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, julgado em 28/11/2022, DJe de 2/12/2022. Ao decidir sobre a inexistência de dolo, a Corte a quo, com base no acervo fático-probatório dos autos, adotou estes fundamentos (fls. 512-513): Todavia, na hipótese em julgamento, entendeu-se pela não configuração do elemento subjetivo, ainda que na forma de dolo genérico, uma vez que a contratação do motorista estava embasada em lei municipal editada pela Administração anterior, que previa a sua 1, livre nomeação e exoneração (Lei Municipal n. 1.418/1 997). Nesse cenário, conquanto realizada voluntariamente a contratação, tem-se que não ficou devidamente demonstrada a má-fé dos requeridos, uma vez que o ato praticado encontrava supedâneo em diploma legal
municipal, editado anteriormente à sua efetivação. Cumpre pontuar, ademais, que a declaração de inconstitucionalidade da norma municipal autorizadora da contratação estava em discussão judicial, de forma incidental, no feito n. 0476.06.003582-3, que sequer havia transitado em julgado, à época do julgamento dos recursos de apelação interpostos nestes autos. Assim, estando a contratação lastreada em lei municipal autorizadora, cabia ao autor demonstrar a configuração do elemento subjetivo na conduta dos requeridos, a fim de lastrear o pedido de condenação por improbidade administrativa, o que não ocorreu na espécie. Como pontuado no v. acórdão embargado, outra seria a situação se, após a declaração incidental de inconstitucionalidade da norma municipal, renovassem os réus o ato de contratar sem a observância da regra do concurso público. Assim, considerando a fundamentação do acórdão recorrido acima transcrita, os argumentos utilizados pela parte recorrente - no sentido de que o dolo foi demonstrado - somente poderiam ter procedência verificada mediante reexame de matéria fático-probatório. Todavia, não cabe a esta Corte, a fim de alcançar conclusão diversa, reavaliar todo o conjunto de fatos e provas da causa, conforme preceitua o enunciado da Súmula n. 7 do STJ ("A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial"). Com igual compreensão: PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO INTERNO. RECURSO ESPECIAL. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. SUPERVENIÊNCIA DA LEI 14.230/2021. CONTINUIDADE TÍPICO-NORMATIVA. TIPICIDADE DAS CONDUTAS IMPUTADAS AOS RÉUS. ARTS. 10, VIII, E 11, V, DA LIA. PRESENÇA DE DANO E DOLO ESPECÍFICO. REVISÃO DE PROVAS. IMPOSSIBILIDADE. SÚMULA 7/STJ. ADEQUAÇÃO DA PENA DE MULTA AO MÁXIMO ATUALMENTE PREVISTO NA LEI. PROVIMENTO PARCIAL.
1. Comprovado o dano efetivo ao erário e o elemento subjetivo doloso específico de dispensar os procedimentos licitatórios criando estratagema para justificar a situação emergencial inocorrente, com o fim de beneficiar a empresa contratada, mantém-se a tipicidade das condutas nos arts. 10, VIII, e 11, V, da Lei de Improbidade Administrativa, com base no princípio da continuidade típico-normativa.
2. No Superior Tribunal de Justiça (STJ) é pacífico o entendimento de que a revisão da conclusão acerca da existência de dano ao erário, de dolo e da dosimetria das sanções aplicadas em ação de improbidade administrativa implica reexame do contexto fático-probatório, providência vedada pela Súmula 7/STJ. Caso concreto em que as penas não se mostram desproporcionais à gravidade dos fatos.
3. Considerada a nova redação dada ao inciso III do art. 12 da LIA, faz-se necessário reduzir proporcionalmente o valor da multa aplicada com base no art. 11 da Lei 8.429/1992, levando em conta o máximo atualmente previsto na lei.
4. Agravo interno a que se dá parcial provimento para reduzir a multa aplicada. (AgInt no REsp n. 1.649.392/SP, relator Ministro Paulo Sérgio Domingues, Primeira Turma, julgado em 17/2/2025, DJEN de 21/2/2025.) PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. TEMA 1.199/STF. APLICAÇÃO DAS ALTERAÇÕES REDACIONAIS DA LEI N. 14.230/2021. VIOLAÇÃO DOS PRINCÍPIOS DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. ELEMENTO ANÍMICO DA CONDUTA. DESONESTIDADE OU MÁ-FÉ. AUSÊNCIA DE ATO ÍMPROBO CONSTATADA NA ORIGEM. READEQUAÇÃO EM ATUAL REDAÇÃO NORMATIVA. IMPOSSIBILIDADE. INFIRMAÇÃO DO ACÓRDÃO RECORRIDO. INVIABILIDADE. SÚMULA N. 7/STJ. AGRAVO INTERNO DESPROVIDO.
1. Ao julgar o ARE n. 843.989 sob o rito da Repercussão Geral, o Supremo Tribunal Federal firmou a seguinte tese (Tema 1.199/STF): "1) É necessária a comprovação de responsabilidade subjetiva para a tipificação dos atos de improbidade administrativa, exigindo-se - nos artigos 9º, 10 e 11 da LIA - a presença do elemento subjetivo - DOLO; 2) A norma benéfica da Lei 14.230/2021 - revogação da modalidade culposa do ato de improbidade administrativa -, é IRRETROATIVA, em virtude do artigo 5º, inciso XXXVI, da Constituição Federal, não tendo incidência em relação à eficácia da coisa julgada; nem tampouco durante o processo de execução das penas e seus incidentes; 3) A nova Lei 14.230/2021 aplica-se aos atos de improbidade administrativa culposos praticados na vigência do texto anterior da lei, porém sem condenação transitada em julgado, em virtude da revogação expressa do texto anterior; devendo o juízo competente analisar eventual dolo por parte do agente; 4) O novo regime prescricional previsto na Lei 14.230/2021 é IRRETROATIVO, aplicando-se os novos marcos temporais a partir da publicação da lei".
2. Em elastério de entendimento, a Suprema Corte concluiu pela aplicação das alterações trazidas pela Lei n. 14.320/2021 às ações de improbidade cujos atos dolosos foram praticados na vigência do texto anterior da norma, desde que sem condenação com trânsito em julgado, exceptuando-se o novo regime prescricional.
3. Na espécie, a instância ordinária consignou a ausência de ato ímprobo, não se enveredando na análise do elemento anímico da conduta, por não vislumbrar, de plano, desonestidade ou má-fé.
4. A readequação da conduta na atual redação do inciso III do artigo 11 da Lei n. 8.429/1992 mostra-se inviável, dada a indispensabilidade do dolo específico para se inferir a violação dos princípios da Administração Pública.
5. Infirmar as considerações da origem a fim de se adotar entendimento em sentido contrário implica reexame de fatos e provas, o que encontra óbice no enunciado n. 7 da Súmula deste Superior Tribunal de Justiça.
6. Agravo interno a que se nega provimento. (AgInt no AREsp n. 2.086.626/SP, relatora Ministra Maria Thereza de Assis Moura, Segunda Turma, julgado em 7/10/2024, DJe de 14/10/2024.) Ante o exposto, CONHEÇO do agravo para CONHECER PARCIALMENTE do recurso especial e, nessa parte, NEGAR-LHE PROVIMENTO. Sem honorários recursais, pois ausente condenação em verba de sucumbência, em favor do advogado da parte ora recorrida, nas instâncias ordinárias. Publique-se. Intimem-se.
EMENTA PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA. CONTRATAÇÃO DE SERVIDOR PÚBLICO MUNICIPAL AO CARGO DE MOTORISTA EM DESCONFORMIDADE COM O ART. 37, INCISO II, DA CF. INEXISTÊNCIA DE OMISSÃO NO ACÓRDÃO RECORRIDO. CONFIGURAÇÃO DO ATO DE IMPROBIDADE. REEXAME DE MATÉRIA FÁTICO-PROBATÓRIA. SÚMULA N. 7/STJ. AGRAVO CONHECIDO PARA CONHECER PARCIALMENTE DO RECURSO ESPECIAL E, NESSA PARTE, NEGAR-LHE PROVIMENTO.
Case-aware research
Ask AI about this case
The judgment and available research above are public. New questions open in a separate private conversation grounded in this case.