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Superior Tribunal de Justiça

Embargosdedeclara O Superior Tribunal De Justi a Unknown 6a3dc00a7ccdbf40b16e0ffd

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01

Holding and result

Os embargos foram rejeitados porque o acórdão embargado não padecia das omissões alegadas, expôs fundamentos infraconstitucionais suficientes e coerentes; as matérias constitucionais invocadas não foram objeto das contrarrazões do recurso especial (configurando inovação recursal) e o STJ não pode, via recurso especial, apreciar alegada ofensa a dispositivo constitucional quando a decisão atacada foi fundamentada apenas em normas infraconstitucionais.

Court disposition

Embargos de declaração rejeitados por unanimidade

Orders

  • Embargos de declaração rejeitados
  • Advertida possibilidade de aplicação de multa por nova oposição de aclaratórios nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015

02

Material facts

Parties

UNIÃO

Embargante

particular (pensionista/ex-militar)

Embargado

03

Procedural history

  1. Posture

    Embargos De Declaração No Recurso Especial Repetitivo / Julgado Pela Primeira Seção Embargos Rejeitados

04

Questions and positions

Legal issues

Party arguments

Applicant
A UNIÃO alegou cinco omissões: (i) omissão quanto ao sistema remuneratório dos militares (arts. 142, § 3º, x c.c. art. 169, § 1º, da CF); (ii) criação de nova norma jurídica majorando a remuneração sem amparo em lei específica; (iii) afronta ao Princípio da Legalidade (art. 37 e 169, § 1º, I e II, da CF); (iv) afronta ao Princípio da Separação de Poderes (art. 2º da CF); e (v) violação ao Princípio da Isonomia (art. 5º, caput, e 142 da CF). Requereu acolhimento dos embargos e o prequestionamento dos dispositivos constitucionais.
Respondent
O acórdão embargado apresentou fundamentos infraconstitucionais claros e coerentes, inclusive sobre a compatibilidade entre art. 34 da MP n. 2.215-10/01 e a Lei n. 12.158/2009. As matérias agora suscitadas não foram apresentadas nas contrarrazões do recurso especial, constituindo inovação recursal, e, ademais, o STJ não pode, em recurso especial, examinar ofensa a dispositivo constitucional quando a questão foi analisada apenas sob ótica infraconstitucional; portanto, os embargos devem ser rejeitados.

05

Court’s reasoning

  1. 01

    art. 1.022 do CPC/2015

    Embargos de declaração destinam-se apenas a suprir omissão, afastar obscuridade, eliminar contradição ou sanar erro material

  2. 02

    Jurisprudência e precedentes citados no acórdão

    Não se conhece de matéria inovada nos embargos de declaração quando não suscitada nas contrarrazões do recurso especial

  3. 03

    Princípio de repartição de competência constitucional e precedentes citados no acórdão

    É vedado ao Superior Tribunal de Justiça, em sede de recurso especial, examinar questão de natureza constitucional decidida sob a ótica infraconstitucional, sob pena de usurpação da competência do Supremo Tribunal Federal

06

Ratio, limits and disposition

Ratio decidendi

Os embargos foram rejeitados porque o acórdão embargado não padecia das omissões alegadas, expôs fundamentos infraconstitucionais suficientes e coerentes; as matérias constitucionais invocadas não foram objeto das contrarrazões do recurso especial (configurando inovação recursal) e o STJ não pode, via recurso especial, apreciar alegada ofensa a dispositivo constitucional quando a decisão atacada foi fundamentada apenas em normas infraconstitucionais.

Obiter and limits

  • Advertência de que nova oposição de aclaratórios com o propósito de reverter o resultado poderá ensejar aplicação de multa nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015
  • Observação de que a posição da União, acolhida anteriormente sob a chancela do Tribunal de Contas da União, foi alterada em 2019

Court disposition

Embargos de declaração rejeitados por unanimidade

  • Embargos de declaração rejeitados
  • Advertida possibilidade de aplicação de multa por nova oposição de aclaratórios nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015

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ACÓRDÃO Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, acordam os Ministros da Primeira Seção, por unanimidade, rejeitar os embargos de declaração, nos termos do voto do Sr. Ministro Relator. Os Srs. Ministros Afrânio Vilela, Francisco Falcão, Maria Thereza de Assis Moura, Benedito Gonçalves, Marco Aurélio Bellizze, Sérgio Kukina, Gurgel de Faria e Paulo Sérgio Domingues votaram com o Sr. Ministro Relator.

EMENTA PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO ESPECIAL REPETITIVO. OMISSÕES. INEXISTÊNCIA. MERO INCONFORMISMO. INOVAÇÃO RECURSAL. PREQUESTIONAMENTO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL. INVIABILIDADE. ACLARATÓRIOS REJEITADOS.

1. O acórdão embargado não possui o vício suscitado pela parte embargante, pois apresentou, com clareza e coerência, os fundamentos infraconstitucionais que justificaram a sua conclusão, com base em interpretação histórico-legislativa.

2. Quanto às alegadas omissões relativas ao sistema remuneratório dos militares e aos princípios da legalidade, da separação de poderes e da isonomia, não se pode conhecer de tais matérias, pois não foram apresentadas nas contrarrazões do recurso especial, razão pela qual constituem manifesta inovação recursal quando da oposição destes aclaratórios.

3. Por fim, não cabe a este Superior Tribunal de Justiça, em sede de recurso especial, examinar eventual ofensa a dispositivo constitucional, ainda que para fins de prequestionamento, quando a questão foi analisada unicamente sob a ótica infraconstitucional, sob pena de usurpação da competência reservada ao Supremo Tribunal Federal.

4. Embargos de declaração rejeitados.

RELATÓRIO Trata-se de embargos de declaração opostos pela UNIÃO contra acórdão de minha relatoria que deu provimento ao recurso especial do particular, nos termos da seguinte ementa: ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL REPRESENTATIVO DE CONTROVÉRSIA. MILITARES. QUADRO DE TAIFEIROS DA AERONÁUTICA. PROVENTOS E PENSÕES. PROMOÇÃO NA INATIVIDADE E PERCEPÇÃO SIMULTÂNEA DE REMUNERAÇÃO CORRESPONDENTE AO GRAU HIERÁRQUICO SUPERIOR. APLICAÇÃO CUMULATIVA DE NORMAS. POSSIBILIDADE. SOBREPOSIÇÃO DE GRAUS HIERÁRQUICOS. INEXISTÊNCIA. REPARAÇÃO HISTÓRICA. TESE FIRMADA SOB O RITO DOS RECURSOS ESPECIAIS REPETITIVOS. RECURSO DA PARTICULAR PROVIDO.

1. Recurso especial interposto contra acórdão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região desproveu a apelação de pensionista de ex-militar do quadro de taifeiros da Aeronáutica, negando o restabelecimento do pagamento do pensionamento nos valores correspondentes ao posto de Segundo-Tenente.

2. A particular sustenta que o acórdão recorrido contraria dispositivos legais ao limitar a promoção e a aposentadoria à graduação máxima de Suboficial, havendo decadência do direito de revisão dos atos administrativos.

3. A controvérsia em apreciação foi assim delimitada, por ocasião da afetação do presente Recurso Especial ao Tema n. 1.297 do STJ: "Definir (i) a possibilidade de aplicação cumulativa da Lei n. 12.158/2009 e do art. 34 da Medida Provisória n. 2.215-10/2001 aos militares oriundos do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica na reserva remunerada, reformados ou no serviço ativo, cujo ingresso no referido Quadro se deu até 31/12/1992; e (ii) se a revisão dos proventos de aposentadoria concedidos aos militares reformados e/ou aos pensionistas militares que foram promovidos ao grau hierárquico superior, em decorrência da Lei n. 12.158/2009, está sujeita ao prazo decadencial previsto no art. 54 da Lei n. 9.784/1999".

4. A aplicação cumulativa da Lei n. 12.158/2009 e do art. 34 da Medida Provisória n. 2.215-10/2001 é compatível, pois tratam de institutos jurídicos distintos, sendo possível o recebimento conjunto pelos militares abrangidos pelos requisitos legais. Isso porque a Lei Federal assegura o acesso às graduações superiores na inatividade, enquanto a Medida Provisória garante a percepção de remuneração correspondente ao grau hierárquico superior.

5. Explicados os objetivos diferenciados desses dois comandos normativos - o incremento financeiro de proventos e a efetiva promoção hierárquica na reserva -, que, por si só, já justificam sua aplicação concomitante, também é importante destacar que esse último diploma, após decorrido quase meio século, veio tardiamente garantir o direito de promoção aos taifeiros da Aeronáutica, consoante autorizado desde a Lei n. 3.953/1961, que previa a possibilidade de promoção à graduação de Suboficial 6. Nesse sentido, a situação em exame coaduna a conclusão de que, diante da ausência de vedação legal em relação à cumulação dos benefícios previstos no art. 34 da MP n. 2.215-10/01 e nos arts. 1º e 2º da Lei n. 12.158/09, não se mostra legítima a redução da remuneração dos autores promovida pela União, não havendo motivos fáticos, jurídicos e jurisprudenciais que desabonem a concomitância da aplicação dos benefícios de promoção e de incremento financeiro.

7. Afinal, a interpretação teleológica de todos os dispositivos em conjunto leva à conclusão de que a intenção legislativa era corrigir injustiças e propiciar benefícios financeiros e hierárquicos aos taifeiros da Aeronáutica que foram prejudicados com a mora regulamentar, razão pela qual confirma-se que a cumulatividade dos dispositivos em comento é permitida e que o não reconhecimento de tal possibilidade significaria, novamente, um grande dano aos integrantes desse quadro.

8. A questão da decadência administrativa na revisão dos proventos fica prejudicada, uma vez reconhecida a compatibilidade da aplicação cumulativa das normas.

9. Tese jurídica firmada: "É compatível a aplicação cumulativa da Lei n. 12.158/2009 e do art. 34 da Medida Provisória n. 2.215-10/2001 aos militares oriundos do Quadro de Taifeiros da Aeronáutica na reserva remunerada, reformados ou no serviço ativo, cujo ingresso no referido Quadro se deu até 31/12/1992".

10. Caso concreto: Recurso Especial conhecido e provido.

11. Recurso julgado sob a sistemática dos recursos especiais representativos de controvérsia (art. 1.036 e ss. do CPC/2005 e art. 256-N e ss. do RISTJ). Nestes embargos, a parte recorrente alega cinco omissões: 1) quanto ao sistema remuneratório dos militares (arts. 142, § 3º, x c.c. art. 169, § 1º, da CF); 2) sobre a criação de nova norma jurídica, majorando a remuneração sem amparo em lei específica; 3) sobre a ofensa ao Princípio da Legalidade (art. 37 e 169, § 1º, I e II, da CF); 4) quanto à afronta ao Princípio da Separação de Poderes (art. 2º da CF); e 5) sobre a violação ao Princípio da Isonomia (art. 5º, caput, e 142 da CF). Ao final, requer o acolhimento dos embargos e o prequestionamento dos dispositivos constitucionais. Houve impugnação. É o relatório.

EMENTA PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO ESPECIAL REPETITIVO. OMISSÕES. INEXISTÊNCIA. MERO INCONFORMISMO. INOVAÇÃO RECURSAL. PREQUESTIONAMENTO DE DISPOSITIVO CONSTITUCIONAL. INVIABILIDADE. ACLARATÓRIOS REJEITADOS.

1. O acórdão embargado não possui o vício suscitado pela parte embargante, pois apresentou, com clareza e coerência, os fundamentos infraconstitucionais que justificaram a sua conclusão, com base em interpretação histórico-legislativa.

2. Quanto às alegadas omissões relativas ao sistema remuneratório dos militares e aos princípios da legalidade, da separação de poderes e da isonomia, não se pode conhecer de tais matérias, pois não foram apresentadas nas contrarrazões do recurso especial, razão pela qual constituem manifesta inovação recursal quando da oposição destes aclaratórios.

3. Por fim, não cabe a este Superior Tribunal de Justiça, em sede de recurso especial, examinar eventual ofensa a dispositivo constitucional, ainda que para fins de prequestionamento, quando a questão foi analisada unicamente sob a ótica infraconstitucional, sob pena de usurpação da competência reservada ao Supremo Tribunal Federal.

4. Embargos de declaração rejeitados.

VOTO Sem razão a parte embargante. Quanto ao segundo vício apontado, no acórdão embargado, foi indicado que "o art. 34 da MP n. 2.215-10/01 não proíbe que seja utiliz ada a nova graduação alcançada quando da superveniência da Lei n. 12.158/09 e que o militar não possuía ao ser transferido para a inatividade, para a incidência do benefício que prevê o cálculo da remuneração correspondente ao grau hierarquicamente superior." Portanto, o acórdão embargado não possui o vício suscitado pela parte embargante, pois apresentou, com clareza e coerência, os fundamentos infraconstitucionais que justificaram a sua conclusão, com base em interpretação histórico-legislativa, de que, "em nenhum dos normativos acima relacionados, foi encontrada qualquer restrição à incidência do inciso II do art. 50 da Lei n. 6.880/80 aos militares que foram promovidos pela Lei n. 12.158/09 e que se encontravam sob a ressalva contida no art. 34 da MP n. 2.215-10/01." Aliás, este era o entendimento que vinha sendo adotado pelo ente federal, sob a chancela do Tribunal de Contas da União, até que foi subrepticiamente modificado, em idos de 2019, pela nova gestão presidencial. No caso, existe mero inconformismo da parte com o resultado do julgamento proferido, que lhe foi desfavorável, o que não viabiliza o cabimento de embargos de declaração, nos termos do art. 1.022, inciso II, do CPC/2015. Nessa senda: EMBARGOS DE DECLARAÇÃO NO RECURSO ESPECIAL. INEXISTÊNCIA DE QUAISQUER DOS VÍCIOS DO ART. 1.022 DO CPC/2015.

1. Nos rígidos limites estabelecidos pelo art. 1.022, do Código de Processo Civil de 2015, os embargos de declaração destinam-se apenas a suprir omissão, afastar obscuridade, eliminar contradição ou sanar erro material eventualmente existentes no julgado e, excepcionalmente, atribuir-lhe efeitos infringentes quando algum desses vícios for reconhecido.

2. A contradição que autoriza a oposição de embargos de declaração é a interna, ou seja, aquela entre proposições do próprio decisum. O descontentamento com a conclusão do julgado não dá ensejo à contradição prevista no art. 1.022, I, do CPC/2015.

3. O recurso aclaratório não se presta à reforma do entendimento aplicado ou ao rejulgamento da causa.

4. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO REJEITADOS. (EDcl no REsp n. 1.469.545/SC, relator Ministro Afrânio Vilela, Segunda Turma, julgado em 26/2/2024, DJe de 29/2/2024.) PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. CONTRADIÇÃO. AUSÊNCIA. MULTA POR MANIFESTA INADMISSIBILIDADE RECURSAL. INAPLICABILIDADE.

1. Os embargos de declaração, nos termos do art. 1.022 do CPC/2015, têm ensejo quando há obscuridade, contradição, omissão ou erro material no julgado.

2. Hipótese em que o vício de contradição alegado pelo embargante, na realidade, manifesta seu inconformismo com o desprovimento do agravo interno.

3. Apesar de o agravo interno questionar decisão fundada em julgamento repetitivo, não está presente o caráter manifestamente improcedente do recurso a ensejar a aplicação da sanção prevista no art. 1.021, § 4º, do CPC/2015, pois o decidido no Tema 1.076/STJ foi objeto de recurso extraordinário já admitido como representativo da controvérsia pelo STF.

4. Embargos de declaração parcialmente acolhidos para retirar a multa imposta, sem conferir efeitos modificativos ao julgado. (EDcl no AgInt no AREsp n. 2.027.989/SP, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, julgado em 11/9/2023, DJe de 15/9/2023.) Quanto às alegadas omissões relativas ao sistema remuneratório dos militares (arts. 142, § 3º, x c.c. art. 169, § 1º, da CF) e aos princípios da legalidade (art. 37 e 169, § 1º, I e II, da CF), da separação de poderes (art. 2º da CF) e da isonomia (art. 5º, caput, e 142 da CF), não se pode conhecer de tais matérias, pois não foram apresentadas nas contrarrazões do recurso especial, razão pela qual constituem manifesta inovação recursal quando da oposição destes aclaratórios. A propósito: AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.430.680/SP, relatora Ministra Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 21/10/2024, DJe de 25/10/2024; EDcl no REsp n. 2.150.227/SP, relator Ministro Humberto Martins, Terceira Turma, julgado em 24/3/2025, DJEN de 28/3/2025. Por fim, não cabe a este Superior Tribunal de Justiça, em sede de recurso especial, examinar eventual ofensa a dispositivo constitucional, ainda que para fins de prequestionamento, quando a questão foi analisada unicamente sob a ótica infraconstitucional, sob pena de usurpação da competência reservada ao Supremo Tribunal Federal. Nesse sentido: EDcl no REsp n. 1.770.967/SC, relator Ministro

Benedito Gonçalves, Primeira Seção, DJe de 28/6/2023; EDcl no AgInt nos EAREsp 1.660.220/RJ, Rel. Min. Laurita Vaz, Corte Especial, DJe 7/12/2021; EDcl no AgInt nos EAREsp 324.950/RJ, Rel. Min. Herman Benjamin, Corte Especial, DJe 15/12/2021; EDcl no AgInt nos EREsp 1.692.293/PR, Rel. Min. Regina Helena Costa, Primeira Seção, DJe 12/11/2021; EDcl no REsp 1.818.872/PE, Rel. Min. Assusete Magalhães, Primeira Seção, DJe 14/6/2021. Advirto, desde logo, que a nova oposição de aclaratórios, com o propósito de reverter o resultado do julgamento, poderá ensejar a aplicação de multa, nos termos do art. 1.026, § 2º, do CPC/2015. Ante o exposto, REJEITO os embargos de declaração. É o voto.

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Authorities

Authorities used by the court

Cases, legislation, regulations, and constitutional provisions identified in the available record.

EDcl no REsp n. 1.469.545/SC, rel. Min. Afrânio Vilela, Segunda Turma, julgado em 26/2/2024, DJe de 29/2/2024

Case cited

AgInt no AREsp n. 2.027.989/SP, rel. Min. Gurgel de Faria, Primeira Turma, julgado em 11/9/2023, DJe de 15/9/2023

Case cited

AgInt nos EDcl no AREsp n. 2.430.680/SP, rel. Min. Nancy Andrighi, Terceira Turma, julgado em 21/10/2024, DJe de 25/10/2024

Case cited

EDcl no REsp n. 2.150.227/SP, rel. Min. Humberto Martins, Terceira Turma, julgado em 24/3/2025, DJEN de 28/3/2025

Case cited

EDcl no REsp n. 1.770.967/SC, rel. Min. Benedito Gonçalves, Primeira Seção, DJe de 28/6/2023

Case cited

EDcl no AgInt nos EAREsp 1.660.220/RJ, rel. Min. Laurita Vaz, Corte Especial, DJe 7/12/2021

Case cited

EDcl no AgInt nos EAREsp 324.950/RJ, rel. Min. Herman Benjamin, Corte Especial, DJe 15/12/2021

Case cited

EDcl no AgInt nos EREsp 1.692.293/PR, rel. Min. Regina Helena Costa, Primeira Seção, DJe 12/11/2021

Case cited

EDcl no REsp 1.818.872/PE, rel. Min. Assusete Magalhães, Primeira Seção, DJe 14/6/2021

Case cited

CF, art. 142, § 3º, x

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CF, art. 169, § 1º

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CF, art. 37

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CF, art. 2º

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CF, art. 5º, caput

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei n. 12.158/2009

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Medida Provisória n. 2.215-10/2001, art. 34

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei n. 6.880/1980, art. 50, inciso II

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei n. 3.953/1961

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei n. 9.784/1999, art. 54

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CPC/2015, art. 1.022

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CPC/2015, art. 1.021, § 4º

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CPC/2015, art. 1.026, § 2º

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 1.036 e ss. do CPC/2005

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 256-N e ss. do RISTJ

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

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