Brazil Judgment

Superior Tribunal de Justiça

Juntadadedocumentos Superior Tribunal De Justi a Unknown 6a3d85857ccdbf40b14cbbe6

On this page

Professional case brief

Research organized from the available case record

Source document

01

Holding and result

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque a parte recorrente não demonstrou de forma clara e específica a violação de dispositivos federais invocados, atraindo a aplicação da Súmula 284/STF; o provimento da pretensão implicaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; ademais não foi comprovado o dissídio jurisprudencial exigido pela alínea c do art. 105, III, da CF/88, porque faltou cotejo analítico e identidade fática com os paradigmas indicados.

Court disposition

Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.

Orders

  • Conheço do agravo.
  • Não conheço do recurso especial.
  • Majoram-se os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC.
  • Publique-se.
  • Intimem-se.

02

Material facts

Parties

BANCO DO BRASIL S/A

Agravante

Amounts and remedies

  • Honorarios Advogado Percentual: 15

03

Procedural history

  1. Posture

    Agravo Contra Decisão Que Não Admitiu Recurso Especial / Conhecimento Do Agravo E Não Conhecimento Do Recurso Especial

04

Questions and positions

Legal issues

Party arguments

Applicant
Sustenta o agravante violação dos arts. 6º, 320, 321, 352 e 373, I, do CPC, e cerceamento de defesa em razão da negativa de juntada de novos documentos em sede de apelação; afirma que os documentos juntados com a apelação visavam demonstrar o equívoco da sentença e atender ao disposto nos arts. 4º e 6º do CPC/2015, buscando uma decisão justa em prazo razoável sem necessidade de nova demanda.
Respondent
O Tribunal de origem entendeu que o agravante teve oportunidade de juntar os documentos em momento oportuno, que os documentos trazidos na apelação não eram novos e configuravam inovação recursal, violando arts. 434, 345, 1.010 e 1.014 do NCPC; além disso, a fundamentação do recurso especial foi considerada genérica e dissociada do aresto recorrido (Súmula 284/STF) e o acolhimento demandaria reexame do acervo fático-probatório (Súmula 7/STJ); também não foi demonstrado cotejo analítico para fins de dissídio jurisprudencial (alínea c).

05

Court’s reasoning

  1. 01

    Súmula n. 284/STF

    É inadmissível o recurso extraordinário quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia (Súmula n. 284/STF).

  2. 02

    Súmula n. 7/STJ

    A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial (Súmula n. 7/STJ).

  3. 03

    Art. 355, I, do NCPC

    Julgamento antecipado da lide quando os autos estiverem instruídos, nos termos do art. 355, I, do NCPC.

  4. 04

    Arts. 434, 345, 1.010 e 1.014 do NCPC

    Inadmissibilidade de juntada, após a sentença, de documentos essenciais que constituam prova nova sobre fato velho, sem motivo de força maior, por configurar inovação recursal (arts. 434, 345, 1.010 e 1.014 do NCPC).

  5. 05

    Art. 85, § 11, do Código de Processo Civil

    Majoração dos honorários sucumbenciais nos termos do art. 85, § 11, do CPC.

06

Ratio, limits and disposition

Ratio decidendi

Conheceu-se do agravo e não se conheceu do recurso especial porque a parte recorrente não demonstrou de forma clara e específica a violação de dispositivos federais invocados, atraindo a aplicação da Súmula 284/STF; o provimento da pretensão implicaria reexame do conjunto fático-probatório, vedado pela Súmula 7/STJ; ademais não foi comprovado o dissídio jurisprudencial exigido pela alínea c do art. 105, III, da CF/88, porque faltou cotejo analítico e identidade fática com os paradigmas indicados.

Obiter and limits

  • Documentos juntados com a apelação que constituem prova nova sobre fato velho comprometem o contraditório e são inadmissíveis sem demonstração de força maior.
  • A mera transcrição de ementas não supre o cotejo analítico exigido para caracterizar dissídio jurisprudencial.

Court disposition

Conheço do agravo para não conhecer do recurso especial.

  • Conheço do agravo.
  • Não conheço do recurso especial.
  • Majoram-se os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, nos termos do art. 85, § 11, do CPC.
  • Publique-se.
  • Intimem-se.

Source and reliance status

Superior Tribunal de Justiça

This page organises the available record for research. Confirm quotations, current status, and subsequent treatment against the official source before relying on the case.

Judgment reading view

Judgment text

The complete available source text.

Source document

Superior Tribunal de Justiça

Judgment

Judgment

DECISÃO Cuida-se de agravo apresentado por BANCO DO BRASIL S/A contra a decisão que não admitiu seu recurso especial. O apelo nobre, fundamentado no artigo 105, inciso III, alíneas "a" e "c" da CF/88, visa reformar acórdão proferido pelo TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO, assim resumido: "APELAÇÃO EMBARGOS À EXECUÇÃO CÉDULA RURAL PIGNORATÍCIA - CERCEAMENTO DE DEFESA EMENDA À INICIAL JUNTADA DE DOCUMENTOS Estando os autos devidamente instruídos, cabível o julgamento antecipado da lide, sendo desnecessária a determinação de emenda à inicial, com a juntada de novos documentos Oportunizado, ao apelante, pelo juízo "a quo", que trouxesse aos autos os documentos que entendesse pertinentes - Inteligência do art. 355, I, do NCPC Inocorrência de cerceamento de defesa Preliminar afastada". "JUNTADA DE DOCUMENTOS APELAÇÃO - Inadmissível a juntada, com a apelação, de documentos essenciais para a prova de fato, que alteram substancialmente, e não apenas complementam, o panorama probatório, sem demonstração da ocorrência de motivo de força maior que tenha impedido oportuna juntada aos autos, por implicarem em indevida inovação recursal, com afronta ao disposto nos arts. 434, 345, 1.010 e 1.014, do NCPC, uma vez que constituem prova nova sobre fato velho, que comprometem o contraditório em sua plenitude, com manifesto prejuízo para a parte contrária Apelo improvido". Quanto à

controvérsia trazida aos autos, pelas alíneas "a" e "c" do permissivo constitucional, alega a parte recorrente violação dos arts. 6º, 320, 321, 352 e 373, I, do CPC, além de divergência jurisprudencial, no que concerne à ocorrência de cerceamento do direito de defesa, tendo em vista a negativa de juntada aos fólios de novos documentos em sede de apelação, trazendo os seguintes argumentos: Para se promover uma ação de cobrança, pelo procedimento comum, ao autor incumbe levar aos autos os elementos indiciários de sua pretensão, de modo a atender, no mínimo, o comando do disposto no arts. 6º, 373,1, 320, 321 e, 352, do CPC- 2015, ou seja, o principio da efetividade processual, bem como das questões meritórias em que se teve o integral cumprimento das disposições legais. .. Nesse sentido, ou seja, pela admissão de juntada de documentos com o recurso de apelação é o julgado adiante, proferido pela 4º Turma desse e. Superior Tribunal de Justiça .. Logo, no caso presente, a juntada dos documentos na apelação visavam, justamente, demonstrar o equívoco da r. sentença e, sobretudo, alinhar-se ao disposto no art. 4º e 6º do CPC-2015, justamente, para se alcançar em prazo razoável uma decisão justa no caso concreto, ao invés, de, em razão do resultado da r. sentença, ter que se instaurar novo processo para a parte não acolhida. (fls. 342-343). É, no essencial, o relatório. Decido. Quanto à

controvérsia pela alínea "a", incide o óbice da Súmula n. 284/STF, uma vez que a parte recorrente não demonstrou, de forma clara, direta e particularizada, como o acórdão recorrido violou cada um dos dispositivos de lei federal, o que atrai, por conseguinte, a aplicação do referido enunciado: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". Nesse sentido: "A jurisprudência desta Corte considera que quando a arguição de ofensa ao dispositivo de lei federal é genérica, sem demonstração efetiva da contrariedade, aplica-se, por analogia, o entendimento da Súmula n. 284, do Supremo Tribunal Federal. Em relação à afronta aos arts. 13 da Lei n. 10.559/2002 e 943 do Código Civil, verifica-se a ausência de demonstração precisa de como tal violação teria ocorrido, limitando-se a parte recorrente em apontá-la de forma vaga, o que impede o conhecimento do recurso especial". (AgInt no REsp n. 1.496.338/RS, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJe de 27/8/2020.) Confiram-se ainda os seguintes julgados: AgInt no REsp n. 1.826.355/RN, relator Ministro Og Fernandes, Segunda Turma, DJe de 4/8/2020; AgInt no AREsp n. 1.552.950/SP, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 8/5/2020; AgInt no AREsp n. 1.617.627/RJ, AgInt no AREsp n. 1.617.627/RS, relator Ministro Antonio

Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJe de 14/8/2020; AgRg no REsp n. 1.690.449/MG, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe de 5/12/2019; AgRg no AREsp n. 1.562.482/SP, relatora Ministra Laurita Vaz, Sexta Turma, DJe de 28/11/2019. Ademais, o Tribunal de origem se manifestou nos seguintes termos: Afasta-se, inicialmente, a preliminar de indevido cerceamento de defesa. .. No caso dos autos, contrariamente à alegação do apelante, lhe foi oportunizada, por mais de uma vez, pelo juízo "a quo", a juntada dos documentos que entendia pertinentes, seja quando da apresentação de sua defesa (fls.242/254), seja pelo despacho de fl. 270, após o qual foram trazidos, pelo apelante, os documentos de fls. 273/278. Tratando-se de embargos à execução e estando os autos devidamente instruídos com documentos capazes de formar o convencimento do magistrado acerca da matéria discutida, perfeitamente possível o julgamento antecipado da lide, sendo desnecessária a determinação de emenda à inicial, com juntada de novos documentos. Neste aspecto, esclareça-se que os documentos de fls. 301/305, juntados pelo embargado, com a apelação, não podem ser conhecidos por este relator. Isto porque, embora o art. 435 do NCPC, correspondente ao art. 397 do CPC/1973, permita a juntada de documentos novos a qualquer tempo, tais documentos não são novos, pois não são destinados a fazer prova de fatos ocorridos

depois dos articulados na presente ação, e a eles tinha pleno acesso a parte quando da propositura da ação. .. Inadmissível se mostra, assim, a juntada, após a prolação da sentença, de documentos essenciais para a prova de fato, que alteram substancialmente, e não apenas complementam, o panorama probatório, sem demonstração da ocorrência de motivo de força maior que tenha impedido oportuna juntada aos autos, por implicarem em indevida inovação recursal, com afronta ao disposto nos arts. 434, 345, 1.010 e 1.014, do NCPC (correspondentes aos arts. 396, 397, 514 e 517, do CPC/1973), uma vez que constituem prova nova sobre fato velho, que comprometem o contraditório em sua plenitude, com manifesto prejuízo para a parte contrária. (fls. 332-333). Aplicável, portanto, o óbice da Súmula n. 284/STF, uma vez que as razões recursais delineadas no especial estão dissociadas dos fundamentos utilizados no aresto impugnado, tendo em vista que a parte recorrente não impugnou, de forma específica, os seus fundamentos, o que atrai a aplicação, por conseguinte, do referido enunciado: "É inadmissível o recurso extraordinário, quando a deficiência na sua fundamentação não permitir a exata compreensão da controvérsia". Nesse sentido, esta Corte Superior de Justiça já se manifestou na linha de que, "não atacado o fundamento do aresto recorrido, evidente deficiência nas razões do apelo nobre, o que

inviabiliza a sua análise por este Sodalício, ante o óbice do Enunciado n. 284 da Súmula do Supremo Tribunal Federal". (AgRg no AREsp n. 1.200.796/PE, relator Ministro Jorge Mussi, Quinta Turma, DJe de 24/8/2018.) Confiram-se ainda os seguintes julgados: AgInt no Resp 1.811.491/SP, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJe de 19/11/2019; AgInt no AREsp 1637445/SP, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJe de 13/8/2020; AgInt no AREsp 1647046/PR, relator Ministro Marco Buzzi, Quarta Turma, DJe de 27/8/2020; e AgRg nos EDcl no REsp n. 1.477.669/SC, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJe de 2/5/2018. Ademais, incide o óbice da Súmula n. 7 do STJ ("A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial"), uma vez que o acolhimento da pretensão recursal demandaria o reexame do acervo fático-probatório juntado aos autos. Nesse sentido: AGRAVO INTERNO NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. INTERDITO PROIBITÓRIO. CERCEAMENTO DE DEFESA. SÚMULA 83/STJ. ÔNUS DA PROVA. SÚMULA 7/STJ. VIOLAÇÃO AO ART. 535 DO CPC/73. NÃO OCORRÊNCIA. AGRAVO NÃO PROVIDO. .. 2. É entendimento do Superior Tribunal de Justiça que não há que se falar em cerceamento de defesa se a parte, intimada para fase de especificação de provas, quedou-se inerte.

3. O Tribunal de origem, mediante o exame dos elementos informativos da demanda, entendeu que os documentos trazidos na apelação pela parte não eram novos, de modo que poderiam ter sido trazidos em momento oportuno.

4. Infirmar as conclusões do julgado demandaria o revolvimento do suporte fático-probatório dos autos, o que encontra vedação na Súmula 7 do Superior Tribunal de Justiça.

5. Agravo interno não provido. (AgInt no AREsp 1.163.892/SP, relator Ministro Lázaro Guimarães (Desembargador Convocado do TRF 5ª Região), Quarta Turma, DJe 21/5/2018.) Confiram-se ainda os seguintes precedentes: AgInt no AREsp n. 1.679.153/SP, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 1/9/2020; AgInt no REsp n. 1.846.908/RJ, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJe de 31/8/2020; AgInt no AREsp n. 1.581.363/RN, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 21/8/2020; e AgInt nos EDcl no REsp n. 1.848.786/SP, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe de 3/8/2020; AgInt no AREsp n. 1.311.173/MS, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, DJe de 16/10/2020. Quanto à controvérsia pela alínea "c", não foi comprovado o dissídio jurisprudencial, uma vez que a parte recorrente não realizou o indispensável cotejo analítico, que exige, além da transcrição de trechos dos julgados confrontados, a demonstração das circunstâncias identificadoras da divergência, com a indicação da existência de similitude fática e identidade jurídica entre o acórdão recorrido e o paradigma indicado, não bastando, portanto, a mera transcrição de ementas ou votos. Com efeito, o Superior Tribunal de Justiça já decidiu: "Esta Corte já pacificou o entendimento de que a simples transcrição de ementas e de trechos de julgados não é suficiente

para caracterizar o cotejo analítico, uma vez que requer a demonstração das circunstâncias identificadoras da divergência entre o caso confrontado e o aresto paradigma, mesmo no caso de dissídio notório". (AgInt no AREsp n. 1.242.167/MA, relator Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe de 05/04/2019.) Ainda nesse sentido: "A divergência jurisprudencial deve ser comprovada, cabendo a quem recorre demonstrar as circunstâncias que identificam ou assemelham os casos confrontados, com indicação da similitude fática e jurídica entre eles. Indispensável a transcrição de trechos do relatório e do voto dos acórdãos recorrido e paradigma, realizando-se o cotejo analítico entre ambos, com o intuito de bem caracterizar a interpretação legal divergente. O desrespeito a esses requisitos legais e regimentais impede o conhecimento do Recurso Especial, com base na alínea "c" do inciso III do art. 105 da Constituição Federal". (AgInt no REsp n. 1.903.321/PR, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 16/03/2021.) Confiram-se também os seguintes precedentes: AgInt nos EDcl no REsp n. 1.849.315/SP, relator Ministro Marcos Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 1º/8/2020; AgInt nos EDcl nos EDcl no REsp n. 1.617.771/RS, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe de 13/8/2020; AgRg no AREsp n. 1.422.348/RS, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe de

13/8/2020; AgInt no AREsp n. 1.456.746/SP, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJe de 3/6/2020; AgInt no AREsp n. 1.568.037/SP, relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, DJe de 12/05/2020; AgInt no REsp n. 1.886.363/RJ, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe de 28/04/2021; AgRg no REsp n. 1.857.069/PR, relatora Ministra Laurita Vaz, Sexta Turma, DJe de 05/05/2021. Além disso, verifica-se que a pretensão da parte agravante é de ver reconhecida a existência de dissídio jurisprudencial, que tem por objeto a mesma questão aventada sob os auspícios da alínea "a", que, por sua vez, foi obstaculizada pelo enunciado da Súmula n. 7/STJ. Quando isso acontece, impõe-se o reconhecimento da inexistência de similitude fática entre os arestos confrontados, requisito indispensável ao conhecimento do recurso especial pela alínea "c". Nesse sentido: "A jurisprudência desta Corte firmou-se no sentido de que a incidência da Súmula 7/STJ também impede o conhecimento do recurso especial pela alínea c do permissivo constitucional, uma vez que falta identidade fática entre os paradigmas apresentados e o acórdão recorrido". (AgInt no AREsp 1.402.598/RS, relator Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, DJe de 22/5/2019.) Confiram-se ainda os seguintes julgados: AgInt no AREsp 1.521.181/MT, relator Ministro Paulo de Tarso Sanseverino, Terceira Turma, DJe de

19/12/2019; AgInt no AgInt no REsp 1.731.585/SC, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJe de 26/9/2018; e AgInt no AREsp 1.149.255/SP, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJe de 13/4/2018. Ante o exposto, com base no art. 21-E, V, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça, conheço do agravo para não conhecer do recurso especial. Nos termos do art. 85, § 11, do Código de Processo Civil, majoro os honorários de advogado em desfavor da parte recorrente em 15% sobre o valor já arbitrado nas instâncias de origem, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo legal, bem como eventual concessão de justiça gratuita. Publique-se. Intimem-se.

Source wording is retained. Consult the source document for its original formatting and pagination.

Authorities

Authorities used by the court

Cases, legislation, regulations, and constitutional provisions identified in the available record.

AgInt no REsp n. 1.496.338/RS, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJe de 27/8/2020

Case cited

AgInt no REsp n. 1.826.355/RN, relator Ministro Og Fernandes, Segunda Turma, DJe de 4/8/2020

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.552.950/SP, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 8/5/2020

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.617.627/RJ

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.617.627/RS, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJe de 14/8/2020

Case cited

AgRg no REsp n. 1.690.449/MG, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe de 5/12/2019

Case cited

AgRg no AREsp n. 1.562.482/SP, relatora Ministra Laurita Vaz, Sexta Turma, DJe de 28/11/2019

Case cited

AgRg no AREsp n. 1.200.796/PE, relator Ministro Jorge Mussi, Quinta Turma, DJe de 24/8/2018

Case cited

AgInt no Resp 1.811.491/SP, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJe de 19/11/2019

Case cited

AgInt no AREsp 1637445/SP, relator Ministro Moura Ribeiro, Terceira Turma, DJe de 13/8/2020

Case cited

AgInt no AREsp 1647046/PR, relator Ministro Marco Buzzi, Quarta Turma, DJe de 27/8/2020

Case cited

AgRg nos EDcl no REsp n. 1.477.669/SC, relator Ministro Antonio Saldanha Palheiro, Sexta Turma, DJe de 2/5/2018

Case cited

AgInt no AREsp 1.163.892/SP, relator Ministro Lázaro Guimarães (Desembargador Convocado do TRF 5ª Região), Quarta Turma, DJe 21/5/2018

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.679.153/SP, relator Ministro Marco Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 1/9/2020

Case cited

AgInt no REsp n. 1.846.908/RJ, relator Ministro Antonio Carlos Ferreira, Quarta Turma, DJe de 31/8/2020

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.581.363/RN, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 21/8/2020

Case cited

AgInt nos EDcl no REsp n. 1.848.786/SP, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe de 3/8/2020

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.311.173/MS, relator Ministro Gurgel de Faria, Primeira Turma, DJe de 16/10/2020

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.242.167/MA, relator Ministro Mauro Campbell Marques, Segunda Turma, DJe de 05/04/2019

Case cited

AgInt no REsp n. 1.903.321/PR, relator Ministro Herman Benjamin, Segunda Turma, DJe de 16/03/2021

Case cited

AgInt nos EDcl no REsp n. 1.849.315/SP, relator Ministro Marcos Aurélio Bellizze, Terceira Turma, DJe de 1º/8/2020

Case cited

AgInt nos EDcl nos EDcl no REsp n. 1.617.771/RS, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe de 13/8/2020

Case cited

AgRg no AREsp n. 1.422.348/RS, relator Ministro Ribeiro Dantas, Quinta Turma, DJe de 13/8/2020

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.456.746/SP, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJe de 3/6/2020

Case cited

AgInt no AREsp n. 1.568.037/SP, relator Ministro Luis Felipe Salomão, Quarta Turma, DJe de 12/05/2020

Case cited

AgInt no REsp n. 1.886.363/RJ, relator Ministro Benedito Gonçalves, Primeira Turma, DJe de 28/04/2021

Case cited

AgRg no REsp n. 1.857.069/PR, relatora Ministra Laurita Vaz, Sexta Turma, DJe de 05/05/2021

Case cited

AgInt no AREsp 1.402.598/RS, relator Ministro Raul Araújo, Quarta Turma, DJe de 22/5/2019

Case cited

AgInt no AREsp 1.521.181/MT, relator Ministro Paulo de Tarso Sanseverino, Terceira Turma, DJe de 19/12/2019

Case cited

AgInt no REsp 1.731.585/SC, relatora Ministra Regina Helena Costa, Primeira Turma, DJe de 26/9/2018

Case cited

AgInt no AREsp 1.149.255/SP, relator Ministro Francisco Falcão, Segunda Turma, DJe de 13/4/2018

Case cited

art. 105, inciso III, alíneas "a" e "c" da CF/88

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 355, I, do NCPC

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

arts. 6º, 320, 321, 352 e 373, I, do CPC (CPC/2015)

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

arts. 434, 345, 1.010 e 1.014 do NCPC

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 435 do NCPC

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

arts. 396, 397, 514 e 517 do CPC/1973 (correspondentes mencionados)

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 21-E, V, do Regimento Interno do Superior Tribunal de Justiça

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

art. 85, § 11, do Código de Processo Civil

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Súmula n. 284/STF

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Súmula n. 7/STJ

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Case-aware research

Ask AI about this case

The judgment and available research above are public. New questions open in a separate private conversation grounded in this case.

About this LexChat collection

This page organizes the available case record for research. Verify quotations, current status, and subsequent treatment against the source document. Corrections can be reported to hello@esheria.ai.

Legal information, not legal advice. Research summaries do not replace the judgment.