Brazil Judgment

Jurosdemora Court Unknown 6a3d768c7ccdbf40b147963c

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01

Holding and result

O recurso especial não foi conhecido porque o acórdão recorrido, após adequação, está em conformidade com a jurisprudência do STF e do STJ (RE 870.947/SE; REsp 1.492.221/PR; REsp 1.495.146/MG), que determina a aplicação do art.1º-F da Lei 9.494/97 (com redação pela Lei 11.960/2009) para os juros de mora nas condenações da Fazenda Pública, enquanto a correção monetária deve observar a Tabela Prática deste Tribunal, não havendo divergência jurisprudencial apta a autorizar o conhecimento do recurso.

Court disposition

Não conheço do recurso especial interposto pela FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

Orders

  • Não conheço do recurso especial.
  • Caso exista nos autos prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo.
  • Publique-se.
  • Intimem-se.

02

Material facts

Parties

FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO

Recorrente

POLICIAL MILITAR SOLDADO TEMPORÁRIO

Recorrido

Amounts and remedies

  • Honorários Sucumbenciais Majorados: % 10

03

Procedural history

  1. Posture

    Recurso Especial / Decisão De Não Conhecimento

04

Questions and positions

Legal issues

Party arguments

Applicant
A Fazenda do Estado de São Paulo sustenta negativa de vigência do art. 5º da Lei Federal n. 11.960/2009 e a partir de 30/06/2009 a Fazenda poderia ser condenada a aplicar apenas uma única vez, para fins de correção monetária, remuneração do capital e compensação da mora, os índices oficiais de remuneração da caderneta de poupança previstos na Lei Federal n. 8.177/91.
Respondent
O acórdão recorrido, após adequação, aplicou a jurisprudência do STF e do STJ, determinando que os juros de mora observem o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação da Lei 11.960/2009), não se tratando de hipótese tributária, e que a correção monetária deverá observar a Tabela Prática deste Tribunal, razão pela qual o recurso não deveria ser conhecido.

05

Court’s reasoning

  1. 01

    REsp 1.205.946/SP (STJ)

    Normas que regulam os acessórios da condenação têm natureza eminentemente processual e a Lei 11.960/2009 incide imediatamente aos processos em curso, sem retroagir ao período anterior à sua vigência.

  2. 02

    RE 870.947/SE (STF)

    O art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei 11.960/2009, é inconstitucional na parte que impõe atualização das condenações da Fazenda Pública segundo a remuneração da caderneta de poupança, por violar o direito de propriedade.

  3. 03

    REsp 1.495.146/MG (STJ, Tema 905)

    O art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009) aplica-se para fins de juros de mora às condenações impostas à Fazenda Pública (exceto hipóteses tributárias), mas a correção monetária deve observar índices aptos a captar a inflação (ex.: IPCA-E) e, no caso concreto, Tabela Prática do STJ.

06

Ratio, limits and disposition

Ratio decidendi

O recurso especial não foi conhecido porque o acórdão recorrido, após adequação, está em conformidade com a jurisprudência do STF e do STJ (RE 870.947/SE; REsp 1.492.221/PR; REsp 1.495.146/MG), que determina a aplicação do art.1º-F da Lei 9.494/97 (com redação pela Lei 11.960/2009) para os juros de mora nas condenações da Fazenda Pública, enquanto a correção monetária deve observar a Tabela Prática deste Tribunal, não havendo divergência jurisprudencial apta a autorizar o conhecimento do recurso.

Obiter and limits

  • A modulação dos efeitos decidida pelo STF quanto à inconstitucionalidade do art. 1º-F não abrange hipóteses sem expedição ou pagamento de precatório, mostrando-se descabida a modulação nesses casos.
  • Deve ser preservada eventual coisa julgada que tenha determinado aplicação de índices diversos, cuja validade será aferida no caso concreto.

Court disposition

Não conheço do recurso especial interposto pela FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO.

  • Não conheço do recurso especial.
  • Caso exista nos autos prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado, nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo.
  • Publique-se.
  • Intimem-se.

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DECISÃO Trata-se de recurso especial interposto pela FAZENDA DO ESTADO DE SÃO PAULO, com respaldo nas alíneas "a" e "c" do permissivo constitucional, contra acórdão do Tribunal de Justiça daquela unidade da Federação assim ementado (e-STJ fl. 128): AÇÃO DE RITO ORDINÁRIO -POLICIAL MILITAR SOLDADO TEMPORÁRIO -PRETENSÃO AO RECEBIMENTO DE VERBAS INERENTES AOS SOLDADOS EFETIVOS. Contratação com base na Lei Federal nº 10.029/2000 e na Lei Estadual nº 11.064/2002. Lei Estadual que teve a inconstitucionalidade reconhecida pelo Órgão Especial desta Corte. Possibilidade de percepção de férias, acrescida do terço constitucional, e 13º salário, mas não da contagem de tempo de serviço, efeito não previsto na lei e impossibilitado pela própria inconstitucionalidade da contratação, não havendo descontos a título de contribuição previdenciária no período. Impossibilidade de reconhecimento à percepção de adicionais de insalubridade e de local de exercício (ALE). Sentença de improcedência reformada. Recurso de apelação provido em parte. Os embargos de declaração opostos foram rejeitados (e-STJ fls. 149/154). Nas suas razões, a parte recorrente sustenta negativa de vigência do art. 5º da Lei Federal n. 11.960/2009, sustentando que, "a partir de 30 de junho de 2009 (data da publicação e vigência da Lei Federal 11.960/2009), a Fazenda do Estado de São Paulo apenas poderá ser condenada

judicialmente a aplicar uma única vez, para fins de correção monetária, remuneração do capital e compensação da mora, os índices oficiais de remuneração básica e juros aplicados à caderneta de poupança, previstos na Lei Federal n. 8.177/91" (e-STJ fl. 177). Contrarrazões às e-STJ fls. 208/214. Após devolução do feito à Turma Julgadora, o acórdão foi adequado de acordo com a seguinte ementa (e-STJ fl. 244): APELAÇÃO. RECURSOS EXTRAORDINÁRIO E ESPECIAL. Devolução dos autos à Turma julgadora. Artigo 1.040, II, CPC. Adequação do v. acórdão para, em consonância com o entendimento exarado pelo C. STF, no RE nº 870.947/SE (Tema nº 810) e C. STJ, no REsp nº 1.492.221/PR (Tema nº 905), determinar que, quanto aos juros de mora, seja observada a disciplina contida no artigo 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação dada pela Lei nº 11.960/09 e no tocante à correção monetária, o cálculo deverá observar Tabela Prática deste E. Tribunal. Juízo positivo de admissibilidade pelo Tribunal de origem às e-STJ fls. 274/275. Passo a decidir. Verifico que a irresignação recursal não merece prosperar. A Corte Especial do STJ, ao julgar o REsp 1.205.946/SP, na sistemática do art. 543-C do CPC, em 19/10/2011, reiterou a "natureza eminentemente processual das normas que regem os acessórios da condenação, para permitir que a Lei n. 11.960/2009 incida de imediato aos processos em andamento, sem, contudo, retroagir a período anterior à sua vigência", consoante se infere do precedente abaixo transcrito: PROCESSUAL CIVIL. EXECUÇÃO DE SENTENÇA. JUROS DE MORA. LEI 11.960/2009, QUE ALTEROU O ARTIGO 1º-F DA LEI 9.494/97. NATUREZA PROCESSUAL. APLICAÇÃO IMEDIATA AOS PROCESSOS EM CURSO QUANDO DA SUA VIGÊNCIA. EFEITO RETROATIVO. IMPOSSIBILIDADE. VIOLAÇÃO DA COISA JULGADA. INEXISTÊNCIA.

1. A Corte Especial do STJ, ao julgar o REsp 1.205.946/SP, na sistemática do art. 543-C do CPC, em 19.10.2011, reiterou a "natureza eminentemente processual das normas que regem os acessórios da condenação, para permitir que a Lei 11.960/2009 incida de imediato aos processos em andamento, sem, contudo, retroagir a período anterior à sua vigência".

2. A aplicação da Lei 11.960/09 não implica violação da coisa julgada, pois esta "deve ser aplicada de imediato aos processos em curso, em relação ao período posterior à sua vigência, até o efetivo cumprimento da obrigação, em observância ao princípio do tempus regit actum." (EDcl no REsp 1.205.946/SP, Rel. Min. Benedito Gonçalves, Corte Especial, DJe 26/10/2012).

3. Recurso Especial provido. (REsp 1.643.290/RS, rel. Min. HERMAN BENJAMIN, SEGUNDA TURMA, DJe 19/4/2017). Esse entendimento há de ser aplicado em consonância com a interpretação dada pelo Plenário do Supremo Tribunal Federal, sob o rito da repercussão geral (RE 870.947/SE), ao fixar a tese seguinte: .. O art. 1º-F da Lei n. 9.494/1997, com redação dada pela Lei n. 11.960/2009, na parte em que disciplina a atualização monetária das condenações impostas à Fazenda Pública segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança, revela-se inconstitucional ao impor restrição desproporcional ao direito de propriedade (CFRB, art. 5º, XXII), uma vez que não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina. Esse posicionamento foi mantido pela Suprema Corte, sem modulação, quando do julgamento dos embargos de declaração, em 03 de outubro de 2019. De outro lado, a Primeira Seção desta Corte, no julgamento do REsp 1.495.146/MG - realizado sob a sistemática dos recursos repetitivos (Tema 905) -, pacificou o entendimento sobre a aplicação do art. 1º-F da Lei n. 9.494/1997 (com redação dada pela Lei n. 11.960/2009) às condenações impostas à Fazenda Pública. A ementa sintetizou o julgado com o seguinte teor: PROCESSUAL CIVIL. RECURSO ESPECIAL. SUBMISSÃO À REGRA PREVISTA NO ENUNCIADO ADMINISTRATIVO 02/STJ. DISCUSSÃO SOBRE A APLICAÇÃO DO ART. 1º-F DA LEI 9.494/97 (COM REDAÇÃO DADA PELA LEI 11.960/2009) ÀS CONDENAÇÕES IMPOSTAS À FAZENDA PÚBLICA. CASO CONCRETO QUE É RELATIVO A INDÉBITO TRIBUTÁRIO. " TESES JURÍDICAS FIXADAS.

1. Correção monetária: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), para fins de correção monetária, não é aplicável nas condenações judiciais impostas à Fazenda Pública, independentemente de sua natureza. 1.1. Impossibilidade de fixação apriorística da taxa de correção monetária. No presente julgamento, o estabelecimento de índices que devem ser aplicados a título de correção monetária não implica pré-fixação (ou fixação apriorística) de taxa de atualização monetária. Do contrário, a decisão baseia-se em índices que, atualmente, refletem a correção monetária ocorrida no período correspondente. Nesse contexto, em relação às situações futuras, a aplicação dos índices em comento, sobretudo o INPC e o IPCA-E, é legítima enquanto tais índices sejam capazes de captar o fenômeno inflacionário. 1.2 Não cabimento de modulação dos efeitos da decisão. A modulação dos efeitos da decisão que declarou inconstitucional a atualização monetária dos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, no âmbito do Supremo Tribunal Federal, objetivou reconhecer a validade dos precatórios expedidos ou pagos até 25 de março de 2015, impedindo, desse modo, a rediscussão do débito baseada na aplicação de índices diversos. Assim, mostra-se descabida a modulação em relação aos casos em que não ocorreu expedição ou pagamento de precatório.

2. Juros de mora: o art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), na parte em que estabelece a incidência de juros de mora nos débitos da Fazenda Pública com base no índice oficial de remuneração da caderneta de poupança, aplica-se às condenações impostas à Fazenda Pública, excepcionadas as condenações oriundas de relação jurídico-tributária. 3. Índices aplicáveis a depender da natureza da condenação. 3.1 Condenações judiciais de natureza administrativa em geral. As condenações judiciais de natureza administrativa em geral, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até dezembro/2002: juros de mora de 0,5% ao mês; correção monetária de acordo com os índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) no período posterior à vigência do CC/2002 e anterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora correspondentes à taxa Selic, vedada a cumulação com qualquer outro índice; (c) período posterior à vigência da Lei 11.960/2009: juros de mora segundo o índice de remuneração da caderneta de poupança; correção monetária com base no IPCA-E. 3.1.1 Condenações judiciais referentes a servidores e empregados públicos. As condenações judiciais referentes a servidores e empregados públicos, sujeitam-se aos seguintes encargos: (a) até julho/2001: juros de mora: 1% ao mês (capitalização simples);

correção monetária: índices previstos no Manual de Cálculos da Justiça Federal, com destaque para a incidência do IPCA-E a partir de janeiro/2001; (b) agosto/2001 a junho/2009: juros de mora: 0,5% ao mês; correção monetária: IPCA-E; (c) a partir de julho/2009: juros de mora: remuneração oficial da caderneta de poupança; correção monetária: IPCA-E. 3.1.2 Condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas. No âmbito das condenações judiciais referentes a desapropriações diretas e indiretas existem regras específicas, no que concerne aos juros moratórios e compensatórios, razão pela qual não se justifica a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009), nem para compensação da mora nem para remuneração do capital. 3.2 Condenações judiciais de natureza previdenciária. As condenações impostas à Fazenda Pública de natureza previdenciária sujeitam-se à incidência do INPC, para fins de correção monetária, no que se refere ao período posterior à vigência da Lei 11.430/2006, que incluiu o art. 41-A na Lei 8.213/91. Quanto aos juros de mora, incidem segundo a remuneração oficial da caderneta de poupança (art. 1º-F da Lei 9.494/97, com redação dada pela Lei n. 11.960/2009). 3.3 Condenações judiciais de natureza tributária. A correção monetária e a taxa de juros de mora incidentes na repetição de indébitos tributários devem corresponder às utilizadas na cobrança de tributo pago em atraso. Não havendo disposição legal específica, os juros de mora são calculados à taxa de 1% ao mês (art. 161, § 1º, do CTN). Observada a regra isonômica e havendo previsão na legislação da entidade tributante, é legítima a utilização da taxa Selic, sendo vedada sua cumulação com quaisquer outros índices.

4. Preservação da coisa julgada. Não obstante os índices estabelecidos para atualização monetária e compensação da mora, de acordo com a natureza da condenação imposta à Fazenda Pública, cumpre ressalvar eventual coisa julgada que tenha determinado a aplicação de índices diversos, cuja constitucionalidade/legalidade há de ser aferida no caso concreto. " SOLUÇÃO DO CASO CONCRETO.

5. Em se tratando de dívida de natureza tributária, não é possível a incidência do art. 1º-F da Lei 9.494/97 (com redação dada pela Lei 11.960/2009) - nem para atualização monetária nem para compensação da mora -, razão pela qual não se justifica a reforma do acórdão recorrido.

6. Recurso especial não provido. Acórdão sujeito ao regime previsto no art. 1.036 e seguintes do CPC/2015, c/c o art. 256-N e seguintes do RISTJ. (REsp 1.495.146/MG, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, PRIMEIRA SEÇÃO, julgado em 22/02/2018, DJe 02/03/2018). (Grifos acrescidos). Na hipótese, vê-se que o aresto recorrido, após adequação, não divergiu do entendimento acima indicado, determinando o seguinte quanto à correção monetária e aos juros de mora (e-STJ fl. 248): .. Destarte, de rigor a adequação do v. acórdão nos termos do Recurso Extraordinário nº 870.947/SE (Tema nº 810/STF) e Recurso Especial nº 1.492.221/PR (Tema nº 905/STJ), para determinar que, no cálculo dos juros de mora, seja observada a disciplina contida no artigo 1º-F da Lei nº 9.494/97, com a redação que lhe foi dada pela Lei nº 11.960/09, tendo em vista não versar a hipótese dos autos de condenação provinda de relação jurídico-tributária, e que a correção monetária deverá observar Tabela Prática deste E. Tribunal. Assim, aplica-se na hipótese a Súmula 83 do STJ. Ante o exposto, com base no art. 255, §4º, I, do RISTJ, NÃO CONHEÇO do recurso especial. Caso exista nos autos prévia fixação de honorários sucumbenciais pelas instâncias de origem, majoro, em desfavor da parte recorrente, em 10% (dez por cento) o valor já arbitrado (na origem), nos termos do art. 85, § 11, do CPC/2015, observados, se aplicáveis, os limites percentuais previstos nos §§ 2º e 3º do referido dispositivo. Publique-se. Intimem-se.

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Authorities

Authorities used by the court

Cases, legislation, regulations, and constitutional provisions identified in the available record.

REsp 1.205.946/SP

Case cited

RE 870.947/SE (Tema nº 810)

Case cited

REsp 1.492.221/PR (Tema nº 905)

Case cited

REsp 1.643.290/RS

Case cited

REsp 1.495.146/MG (Tema 905)

Case cited

Lei Federal nº 10.029/2000

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei Estadual nº 11.064/2002

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei Federal n. 11.960/2009

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei n. 9.494/97

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei Federal n. 8.177/91

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei nº 11.430/2006

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Lei 8.213/91

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

Constituição Federal, art. 5º, XXII

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CPC, art. 543-C

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CPC/2015, art. 1.040, II

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

RISTJ, art. 255, §4º, I

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CPC/2015, art. 85, §11

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

CTN, art. 161, §1º

Legislation

Legislation referenced in the available case record.

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