REsp 2131034 - DECISAO
O Tribunal concluiu que, à época dos fatos (exercício de 2017), o art. 3º do Decreto-Lei 2.398/1987 exigia a comunicação à SPU apenas nas hipóteses de transferência onerosa; a transmissão ocorrida nos autos foi sucessória (causa mortis) e não onerosa, de modo que a cobrança da multa prevista nos §§4º e 5º do art. 3º era inapropriada. Em razão disso, negou provimento ao recurso especial da União e manteve a nulidade das certidões de dívida ativa questionadas.
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- Terreno de marinha
- Transferência de titularidade
- Multa administrativa
- Transmissão causa mortis
- Obrigação de comunicação à spu
- Decreto-lei 2.398/1987